Bomba: Sargentos do QE desmente parecer do Exército, em Carta aos Políticos

Comissão e Associação Nacional dos Sargentos do QE, chama parecer do Exército de ‘mentiroso e falacioso’, em Ofício enviado ao Governo, Congresso Nacional e a Mídia – Leia a íntegra dos documentos.

VEJA: NO DOCUMENTO HÁ FARTAS CONTROVERSAS  E PROVAS DE  ‘INVERDADES’

COMISSÃO NACIONAL DOS SARGENTOS DO QUADRO ESPECIAL

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

  1. Referimos-nos ao Ofício nº 3737/ASPAR/GM-MD, de 22 FEV 18, da Assessoria Parlamentar do Ministério da Defesa, o qual enviou considerações ao Chefe de Gabinete Substituto da Subchefia de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil, reportando-se ao Ofício-SEI nº 1220/2017/AS/INC/SAG/CC-PR, de 05 JAN 18, que trata da Indicação 4.127/2017, por meio da qual a Comissão de Legislação Participativa, solicita o envio ao Congresso Nacional de Projeto de Lei de autoria do Poder Executivo para assegurar a promoção de Cabos estabilizados e Taifeiros-Mores e de Sargentos do Quadro Especial “QE” do Exército Brasileiro à graduação de Subtenente.
  2. A respeito do assunto, a Comissão Nacional dos Sargentos do Quadro Especial, vem através deste, a fim de que seja respeitado o princípio do contraditório e da ampla defesa, audiatur et altera pars, e por direito de justiça, tecer os comentários relativos a cada um dos tópicos elencados no referido ofício, os quais passamos a replicar, letra a letra, a seguir:

“a) os militares em questão ingressaram no Exército, por intermédio do serviço militar obrigatório, com nível de escolaridade exigido de 4ª série do primeiro grau e realizaram apenas o curso de formação de Cabos. Vieram a alcançar o direito de estabilidade no serviço público federal antes da promulgação da Constituição Federal de 1988, que preconiza que o acesso a cargos públicos com estabilidade deverá ocorrer mediante concurso público;”

  1. a) informamos que não somente os militares em questão, mas todos que incorporam, é exigido como grau de escolaridade mínima a 4ª série do primeiro grau e espera-se no momento de suas seleções iniciais, não de forma explícita, por motivos que não vem ao caso no presente ofício-resposta, mas que qualquer um com certa inteligência e bom senso poderá supor, um certo nível de escolaridade, bom a ótimo, a fim de que possam desempenhar as funções designadas adequadamente, dando-se preferência aos concludentes de ensino médio ou àqueles que estão matriculados em curso de nível superior, e caso assim não disponham, os de maior escolaridade. É fato, que em certas regiões do país, devido às peculiaridades de cada região, não ocorre o preenchimento de soldados com nível de escolaridade esperado, mas que não por isso deixam de ser aproveitados pela Força, de outras formas, pois as funções, principalmente no exército brasileiro, são de grande maioria, braçal, como bem diz o lema: braço forte e mão amiga. Com isso, não desmerecendo de forma alguma os vários profissionais do exército brasileiro que assim adentram as fileiras do exército, que após completarem dez anos de relevantes e necessários serviços, foram sendo estabilizados ao longo do tempo, tendo sido devidamente chancelados por uma comissão militar designada para esse fim, registrado em boletim interno da unidade militar, logo após preencherem e comprovarem os requisitos mínimos exigidos de escolaridade, e principalmente por demonstrarem destreza, inteligência, força, iniciativa, comportamento, e acima de tudo, o conhecimento da região em que vivem, servindo como verdadeiros arquivos vivos em suas Organizações Militares, necessários à continuidade da transmissão de conhecimento aos vários novos militares que chegam, a cada ano, por transferência de localidade, em regiões, principalmente, como a amazônica, a caatinga, os pampas gaúchos, as fronteiras mato-grossenses e demais regiões do país, que por suas características únicas, dependem de profissionais locais, com vasto conhecimento do ambiente que habitam, e de seus comportamentos irrepreensíveis, características estas identificadas nos profissionais do quadro especial durante seu tempo inicial de caserna.

a.1) com relação a termos realizado apenas o Curso de Formação de Cabos (CFC), informamos, inicialmente, que este curso habilita o soldado, que assim se dispõe a fazê-lo, após passar por uma seleção de comportamento e habilidades, e concluí-lo com aproveitamento, a obter sua primeira promoção à graduação de cabo, com todas as suas funções e obrigações inerentes, respeitando-se, para efeito de promoções, as disponibilidades de vagas dentro de cada unidade militar, tornando-o com isto, o substituto direto do sargento do exército brasileiro, em sua falta, principalmente em terreno de guerra.

Informamos também, a título de conhecimento, que este foi o único curso, dentro da seara de especialização militar, admitido e autorizado a nós sargentos do quadro especial, recebendo por ele um adicional de habilitação mínimo de 12% (doze por cento) sobre nossos soldos, apesar das várias tratativas, persistências e insistências do pessoal do quadro especial em solicitar a autorização para  poder realizar o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), disponibilizados apenas aos chamados “sargentos de carreira”, que habilita o sargento a poder galgar sua promoção até a graduação de subtenente, e que após sua conclusão com sucesso, permite-lhe ainda, um adicional de 20% (vinte por cento), igualmente sobre o soldo. E o que falar sobre o mais recente curso criado, permitindo a esses mesmos sargentos, mesmo que muitos ainda não possuam um curso de nível superior, chegar ao tão sonhado primeiro posto, ou seja, ao oficialato, o famigerado e polêmico CHQAO, que em um primeiro momento, concedia um adicional de 25% (vinte e cinco por cento) aos seus concludentes, mas que depois equiparou os sargentos “de carreira” a Altos Estudos, disponíveis até então somente para Oficiais oriundos da Academia Militar das Agulhas Negras, com o respectivo adicional de 30% (trinta por cento) em seus contracheques.

Entendia-se até o momento, que “altos estudos” dentro da carreira militar, era apenas considerado a quem possuísse um curso como o Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército ou o Curso de Comando e Estado-Maior, de Chefia e Estado-Maior de Serviços, e de Chefia e Direção para Engenheiros Militares do Exército Brasileiro, destinados aos Oficiais do Exército, hoje sendo equiparados a Doutorado.

Com apenas estas simples observações, fica evidente o desprezo, o desmerecimento, a subestimação, o descrédito, a falta de atenção que vendo sendo dispensada à classe dos sargentos do quadro especial ao longo da história do exército brasileiro, principalmente quando o assunto é qualificar seu profissional, e retribuir-lhes o devido reconhecimento, profissional e financeiro, por seus préstimos tão bem desempenhados nas centenas de unidades militares espalhadas pelo nosso imenso país, mediante os respectivos adicionais e cursos, que poderiam vir a complementar suas rendas familiares e facilitar seus estudos, permitindo-lhes com isto conquistar a devida dignidade pessoal e profissional, caso não os tivessem sido negados.

Vale destacar, os inúmeros casos de sargentos do quadro especial com ensino médio completo, graduação superior e outros tantos com pós-graduação, devidamente registrados em suas respectivas fichas-cadastro, que através de seus esforços, solitários e heróicos, conseguiram se aperfeiçoar por conta própria, utilizando hoje seus conhecimentos em prol de suas atividades que lhe foram confiadas, funções estas muitas vezes em substituição do pessoal, dito de “escola”, tais como 1º Sargentos, Subtenentes, e até mesmo, muitas vezes, dependendo da carência de pessoal, de Oficiais, desempenhando de forma irrepreensível e com muita honra e orgulho, no entanto, sem o devido reconhecimento.

a.2) por fim, ao se comentar o último parágrafo, que fala sobre a estabilidade, informamos que o correto fundamento para a estabilidade do pessoal do quadro especial, submetidos a uma rigorosa avaliação de uma comissão especial militar, composta para esse fim, ao se atingir dez anos de irrepreensíveis trabalhos, condutas e comportamentos, foi o artigo 50, inciso IV, alínea “a”, da Lei nº 6.880/80, (Estatuto dos Militares), que preconiza que:

                  “são direitos dos militares:

                  ……………………………………………………………………………………………………………………………………………..

                  IV – nas condições ou nas limitações impostas na legislação e regulamentação específicas:

  1. a) a estabilidade, quando praça com dez ou mais anos de tempo de efetivo serviço. (grifo nosso)

                  ………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

Fazendo-se uma rápida reflexão, antes de se completar os dez anos exigidos de forma taxativa no Estatuto, não havia o que se falar em direito, e sim, expectativa de direito, ao contrário do que afirma a Assessoria Parlamentar do EB, pois o Quadro Especial, que abrange soldados, cabos e sargentos, surgiu por volta do ano de 1981, e portanto, atingiriam este direito somente no ano de 1991, bem após a promulgação da Carta Magna.

Com relação a concurso público, para se ter acesso à estabilidade, como preconiza a Constituição Federal/1988, informamos que para realizar o Curso de Formação de Cabos, foi necessário o soldado, antes de tudo, além de ser submetido a várias etapas de seleção inicial no ano de serviço obrigatório, com avaliação baseada em aspectos físicos, psíquicos, sócio-econômicos, habilidades motoras e de escrita e raciocínio, a também uma outra prova seletiva dentro de suas Unidades Militares, de caráter eliminatório, a fim de que fossem selecionados somente os mais aptos soldados para realizar este Curso. Se isto, por si só, não for considerado um concurso, informamos também que temos conhecimento e prova, de que, em anos remotos, os primeiros colocados da Escola de Sargentos das Armas eram convidados e enviados automaticamente, sem concurso, para a Academia Militar das Agulhas Negras, AMAN, a fim de sair de lá, como Oficial do Exército. Outros tantos militares (soldados, cabos) que eram destaques, por seus comportamentos, foram enviados para serem formados sargentos em quartéis simples ou Escolas de Formação, por uma simples indicação, alcançando depois de concluírem o curso de sargento, nestas unidades militares ou escolas, o posto de Capitão, com proventos de Major, pelo mesmo critério de concurso dos militares do quadro especial, sem se esquecer também dos melhores alunos dos Colégios Militares, que eram enviados para a Escola Preparatória de Cadetes do Exército, EsPCEx, todos sem o devido concurso público, ora aventado.

  1. b) excetuando os militares acima, todos os demais segmentos do Exército, desde a graduação de 3° Sargento até o posto de General de Exército, com direito a estabilidade, ingressaram na Força Terrestre por intermédio de concurso público. Suas promoções são decorrentes de habilitações proporcionadas por cursos realizados. No caso dos Subtenentes e Sargentos: Cursos de Formação e de Aperfeiçoamento de Sargentos;
  1. b) antes de tudo, isso não é verdade! Recorrer mais uma vez ao assunto “ingressar na Força através de concurso público”, nos evidencia o esmero e a importância que este tema tem para o Exército Brasileiro, no presente momento. Mas antes de tecer qualquer comentário a respeito, necessário se faz relembrar algumas passagens não tão distantes, que eram corriqueiras no exército brasileiro, quiçá nas forças armadas, que são de conhecimento público, mas que pelo visto, nesta hora, não estão sendo lembradas, talvez por negligência aos fatos, talvez ignorância histórica de sua assessoria, ou talvez mesmo por conveniência, e que teriam sido respondidas prontamente caso tivessem consultado um militar do quadro especial, verdadeira memória viva de uma unidade militar. Vamos aos fatos:

– em meados da década de 50 até os anos 80, existiu uma qualificação militar (QM) que fora criada para preenchimento de vagas administrativas nas unidades militares, funções como datilógrafos, identificadores de corpo de tropa, recursos humanos, auxiliares administrativos, etc., os chamados Sargentos Burocratas. O curso passou a ser ministrado nos quartéis de origem dos militares, a cargo dos Exércitos, hoje comumente conhecido por Comandos Militares de Área. Os soldados e cabos que desejassem freqüentá-lo eram promovidos ao seu término, à graduação de 3º Sargento, chegando até a graduação de 1º Sargento Burocrata. Não havia concurso público para este curso. Com o passar do tempo, por volta dos anos 80, essa QM foi extinta pelo Estado-Maior do Exército, e os sargentos burocratas que desejassem realizar novamente outro curso, com duração prevista de três meses nas capitais, optariam ao seu término, por uma nova qualificação, equiparando-os às qualificações das armas dos sargentos de “escola” (Infantaria, Cavalaria, Comunicação, etc.). Por fim, estes sargentos burocratas de origem, após passarem por escolas de aperfeiçoamento, poderiam chegar ao posto máximo de Capitão, com proventos de Major, com todos os adicionais e direitos permitidos pelo Estatuto dos Militares e também pela Lei 3.765/60, que trata das pensões militares, inclusive podendo optar por recolher um ou dois postos acima da contribuição da pensão militar, a serem deixadas para suas respectivas viúvas/dependentes;

– em meados dos anos 70/80, os melhores alunos dos colégios militares eram convidados a freqüentar a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), localizada no interior paulista, na cidade de Campinas. Muitos destes alunos chegaram ao Oficialato, alguns até sendo Comandantes de OM (Organização Militar), contemporâneos, inclusive, de muitos militares do quadro especial. O ingresso à EsPCEx também se sucedeu, sem qualquer concurso público, chancelado apenas, e ao nosso ver com todos os seus méritos, às performances estudantis desses alunos;

– não podemos nos esquecer também, que vigorou no exército brasileiro por certo tempo, a matrícula imediata na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), localizada em Resende/RJ, com todos os seus méritos também, dos primeiros colocados da Escola de Sargentos das Armas (EsSA), Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR), Centro de Preparação de Oficiais da Reserva, (CPOR). Acontece que esta matrícula ocorreu também sem a necessidade de qualquer concurso público. Obs: Os candidatos não aproveitados nestes Centros de Oficiais da Reserva voltavam para a tropa, a fim de cumprir seu período obrigatório como soldados.

Dizer que o Exército Brasileiro adota “dois pesos e duas medidas” com relação a seus militares, após conhecer sua história, não é nenhum exagero. A “Teoria dos poderes implícitos” tão em voga nos meios jurídicos, ao qual “quem pode o mais, pode o menos” percebe-se que fora utilizada muitas vezes nas decisões de nossos Generais, mas de forma inversa, só não se aplicando quando envolve militares do quadro especial, principalmente quando solicitam melhorias para suas vidas.

  1. c) destaca-se que a escolaridade exigida para a admissão na escola de formação de sargentos de carreira do Exército é de nível médio completo e a escolaridade exigida para o ingresso no Quadro Especial, à época, foi de 4ª série do ensino fundamental; 
  1. c) exatamente, a escolaridade exigida para o ingresso no Quadro Especial, à época, foi a de 4ª série do ensino fundamental, já que se tratava de um curso de Cabos, pois a escolaridade exigida, também à época, para um concurso de nível nacional, com possibilidades de ascensão ao Oficialato, com graduação inicial superior à nossa, ou seja, a de 3º Sargento, foi a 8ª série do ensino fundamental. Não poderia ter sido diferente, pois caso fosse, seria um curso de Sargentos, e não de Cabos. Ressalte-se de que, daquela época até os dias atuais, o sistema de ensino no exército sofreu alterações e antes, onde se exigia a 8ª série do ensino fundamental para ingresso na Escola de Sargentos das Armas, de uns tempos para cá, passou a se exigir o ensino médio completo, já que as estatísticas em cursos de aperfeiçoamento mostravam a grande quantidade de sargentos com curso de nível superior e até mesmo pós-graduados. Essa melhora no ensino dentro da instituição aconteceu em todos os níveis, em toda a sociedade, devido à facilidade de estudos hoje em dia, de curso como os de Ensino à Distância (EAD), e a grande oferta de informação oferecida pelos meios digitais. Mas com relação ao Quadro Especial, nada foi feito, nada foi oferecido em termos de aperfeiçoamento e qualificação de seu pessoal, demonstrando mais uma vez, o descaso da Instituição e a falta de reconhecimento para conosco. Fomos esquecidos quase que propositalmente, apesar desta escolaridade ter sido uma exigência mínima para o ingresso no curso, à época, apesar de termos em nosso quadro de sargentos especiais, a grande maioria com ensino médio completo, outros tantos com ensino superior completo, dezenas pós-graduação e mestrado, os quais utilizam este conhecimento no dia-a-dia nas unidades militares. Chega a ser no mínimo contraditório, não aceitarem nossos requerimentos solicitando cursos de aperfeiçoamento e qualificação, e o Comando do Exército não atualizar a exigência mínima de escolaridade do quadro especial, usando-a sempre como subterfúgio a eterna pecha de “4ª Série”, não oferecer um plano de carreira à nossa esquecida classe. Destaca-se que muitos militares “de escola” foram para a reserva remunerada como subtenentes, sem direito à promoção ao primeiro posto, ou seja, 2º Tenente, pelo fato de não possuírem o ensino médio completo, naquela ocasião, ensino este, atualmente, muito comum para a grande maioria dos militares do quadro especial.

Ainda com relação à 4ª série do ensino fundamental, tão repetidamente utilizada nos argumentos da assessoria parlamentar, configurando uma forma clara de subjugação e preconceito com nossa classe, série esta mínima, para os padrões a que se propunham, em tese, informamos não haver qualquer impeditivo ou demérito para as funções dos militares do quadro especial, ora desempenhadas no momento, nos quatro cantos do país. Funções chaves dentro das unidades militares, conforme podem comprovar os registros de nossas alterações, que respaldam nossa afirmação. Pois na prática, com apenas sua “escolaridade infantil mínima”, levam as mais diversas funções destinadas ao pessoal do ensino médio completo, “nas costas”, com muita competência e galhardia, trabalhando feito “gente grande”, em substituição por mérito e experiência, aos 2º Sgt, 1º Sgt, STen e alguns Oficiais, oriundos das escolas militares. Ademais, esta mesma 4ª série tão estagnada e esquecida no tempo, mas altamente lembrada e evidenciada, utilizada quase que um troféu pelos nossos Comandantes Militares, quando se propõem a rebater nossas pretensões de melhoria, é a mesma 4ª série que é motivo de dispensa quase que imediata nas Comissões de Seleção para o Serviço Militar Obrigatório pelo país afora quando um cidadão a declara, facilmente comprovada por àqueles que já participaram um dia de uma seleção, ou operaram um sistema de Comissão de Seleção, onde esta escolaridade nem é aceita. Dá-se e sempre deu, preferência por cidadãos com níveis de escolaridade alta, a fim de, entre várias utilizações e empregos, facilitar a assimilação das instruções por parte dos soldados.

Além do mais, temos notícia, de que a maioria de nosso pessoal do quadro especial, teve que apresentar o certificado do ensino fundamental completo, ou seja, 8ª série concluída, aos moldes dos militares de escola da época, a fim de que fosse aprovada a permanência destes militares e conseqüente chancela de suas estabilidades, após terem alcançados os dez anos de caserna exigidos para este fim.

Então, para finalizar este assunto, uma Força Armada criar e manter um Curso de Cabos com escolaridade mínima exigida, inferior às que são exigidas para o ingresso dos soldados na tropa, e não a atualizarem através dos tempos, permanecendo estagnada na história, apesar dos recentes avanços de toda a sociedade no campo da educação, não tem outro sentido, a nosso ver, se não o  estratégico. 

  1. d) para ser promovido à graduação de 1º Sargento ou Subtenente, além de ter sido aprovado em concurso público, e freqüentado o Curso de Formação de Sargentos (duração de dois anos), é necessária a realização do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (aproximadamente nove meses), concebido para capacitar um universo profissional hábil a ocupar cargos técnico-profissionais e encargos administrativos, exercendo, por exemplo, a função de encarregado de material, com atribuições relacionadas ao gerenciamento de patrimônio e ao uso de meios de informática;
  1. d) a questão do concurso público já foi assaz debatida, e quanto ao Curso de Aperfeiçoamento que não possuímos, já informamos também que nos fora negado todas as vezes em que o solicitamos, como comprovam os vários requerimentos apresentados, mas indeferidos pelo Comando do Exército.
  1. e) vê-se, pois, que as graduações de 1º Sargento e de Subtenente do Exército implicam reconhecimento de habilidades e assunção de responsabilidades que extrapolam a formação do graduado integrante do Quadro Especial em questão; 
  1. e) como anteriormente afirmamos, não é o que demonstram os registros de nossas alterações e os vários elogios de nosso pessoal recebidos de seus respectivos Comandantes, com as mais diversas funções desempenhadas pelo quadro especial nas organizações militares do país, inclusive com a passagem e recebimento de função, publicada em boletim interno, funções estas inimagináveis aos olhos de quem nos enxergam apenas com a “4ª Série Primária”, frutos de nossas largas experiências e competências ao longo do tempo de caserna, adquiridos por permanecermos um longo período em um mesmo local, e que nos credenciam a tornar especialistas de um determinado assunto, imbatíveis em áreas a que nos propomos e fomos confiados a fazer.
  1. f) quanto à Força Aérea e Marinha do Brasil, a situação é distinta, pois a possibilidade de promoção do Taifeiro-mor à graduação de Suboficial (que equivaleria à graduação de Subtenente do Exército), está regulamentada na Lei n° 3.953, de 02 de setembro de 1961, na qual há previsão de que as condições de seleção, habilitação, aperfeiçoamento e acesso seriam similares aos demais graduados daquelas Forças; 
  1. f) apesar das forças coirmãs, Marinha e Aeronáutica, possuírem uma previsão regulamentada de seleção, habilitação e aperfeiçoamento para seus militares, estes tiveram, infelizmente, que recorrer judicialmente para fazer valer seus direitos, fazendo com que o Presidente da República, daquela época, sancionasse a Lei nº 12.158, de 26 Set 09, regulamentada pelo Decreto nº 7.188, de 27 Mai 10, pois o regulamentado anteriormente na Lei 3.953/61, não estava sendo cumprido.
  1. g) importante ressaltar que, inobstante a existência de lei prevendo a possibilidade de promoção ao grau hierárquico de Subtenente, não foi efetuado, por parte da Força Aérea, a devida regulamentação das promoções nela previstas, em conseqüência, houve varias reivindicações, por via judicial; 
  1. g) não há nada o que se comentar neste tópico, pois a conseqüência do ocorrido já está implícita na questão.
  1. h) assim, visando corrigir tal irregularidade, em 29 de dezembro de 2009, por orientação do então Presidente da República, foi aprovada e sancionada a Lei nº 12.158, que garantiu aos militares oriundos do Quadro de Taifeiros da Aeronáutica, na reserva remunerada, reformados ou no serviço ativo, cujo ingresso no referido Quadro se deu até 31 Dez 1992, o acesso às graduações superiores na forma da lei. O direito a essa promoção não alcançou, por óbvio, os militares que passaram para a inatividade em data anterior a publicação da Lei n° 3.953, de 2 de setembro de 1961; 
  1. h) aqui também não nos alongaremos muito, uma vez que a resposta nos soa óbvia, pois se estamos pleiteando melhorias para nossa classe, através da aprovação de uma Lei que nos socorra, que nos retire do ostracismo cultural antiquado e preconceituoso e que atenda nossos anseios por justiça, isonomia e melhorias, o conhecimento de uma Lei desta só nos faz lutar ainda mais por nossa causa. 
  1. i) portanto, não havia motivo que pudesse justificar a inclusão dos militares do Exército no teor da Lei n° 12.158, de 2009, una vez que a criação do Quadro Especial de 3° Sargentos do Exército deu-se por intermédio do Decreto n” 86.289, de 11 de agosto de 1981, estando atualmente regido pelos artigos 15, 16 e 17 da Lei n° 12,872, de 24 de outubro de 2013 e pelo Decreto nº 8.254, de 26 de maio de 2014, cujas disposições sempre foram diversas do previsto na Lei nº 3.953, de 02 de setembro de 1961; 
  1. i) o motivo da não inclusão dos militares do quadro especial no teor da Lei 12.158, de 2009, foi diverso do descrito acima, tal qual a não obediência ao aspecto formal previsto na Constituição Federal/88, para a criação de uma Lei. Não cabendo a nós discutir, agora, o mérito da não inclusão dos militares do quadro especial, naquele momento. 

Mas a respeito do assunto, cabe-nos uma indagação que é de suma importância para nós do quadro especial, a fim de obtermos uma explicação:

– Pois bem, tendo a Lei nº 3.953, de 02 de setembro de 1961, a qual foi utilizada como parâmetro para a Lei seguinte, a pergunta que fica é por que o Exército Brasileiro, através de seus Comandantes, não tomou o mesmo caminho, não seguiu a mesma lógica que foi utilizada pelas outras Forças? Pois fica claro para nós que, desde então, a Marinha e Aeronáutica se prepararam para dar um amparo jurídico oportuno aos seus quadros de Taifeiros-Mores, demonstrando com isso o valor que esses militares possuem para essas Forças e o tratamento diferenciado que recebem.

E a título de conhecimento, necessário se faz trazer a lume a essa questão, de como se sucedeu a última Lei que “beneficiou” os Sargentos do Quadro Especial (Lei nº 12.872, de 24 OUT 13). Utilizando-se a Lei de 1961, como parâmetro, se ativeram mais aos deveres dela e suprimiram um dos direitos, mais caros a nós, especificamente a promoção até Subtenente. Esta última Lei, da forma como foi aprovada, não nos contentou completamente, pois ao saber que o Quadro Especial teria êxito na aprovação do PL 4.373 e conseqüentemente, na aprovação da respectiva Lei que nos beneficiaria na obtenção da promoção à Subtenente, pois detínhamos na época, a sinalização positiva por parte da Presidente da República, o Exército Brasileiro se apressou, de forma premeditada, e conseguiu autorização para retirar alguns artigos que nos beneficiaria, onde o tão esperado desejo de melhoria se tornaria realidade, e sepultaram de vez, com esta manobra, naquela ocasião, nossos anseios, contribuindo com que a promoção à Subtenente não prosperasse.

Também a título de conhecimento, interessante trazer à presente discussão, o que se sabe e o que se escreve, sobre a tão discutida função de TAIFEIRO das Forças Armadas, na grande rede. Segundo apenas um dos sites de consulta gratuita, muito consultado atualmente pela maioria dos brasileiros, TAIFEIRO é:

“Nas Forças Armadas do Brasil, taifeiro é graduação militar antiga, sendo de forma geral superior à graduação de soldado recruta, aprendiz-marinheiro e grumete (esses dois últimos nas marinhas); em algumas organizações militares”; é portanto considerado historicamente a primeira graduação após recruta; geralmente e historicamente é o soldado ou marinheiro que já entra na organização militar com alguma profissão ou tem talento para tal, e como tal nas diversas organizações militares de diversas nações, são os motoristas, cozinheiros, alfaiates, barbeiros, copeiros, mensageiros, “ordenanças(secretários ou ajudantes-de-ordem)”, comissários de bordo das aeronaves de transporte de passageiros da Força Aérea Brasileira e da Presidência da República,..podendo, na Marinha do Brasil atingir ao oficialato, como capitão-tenente, na Aeronáutica, chegam à suboficial e no Exército a 2º sargento-QE…..(GRIFO E CORREÇÃO, PARA 2º SGT QE, NOSSO)…..também são datilógrafos, digitadores, operadores de informação e outras funções que exigem capacidade especial para o desempenho e o recruta ou aprendiz de marinheiro que entra para o quartel já dispõe da profissionalização ou tem talento para apreendê-la pode submeter-se ao concurso de seleção para o Curso de Formação de Taifeiros. Para distinguir a especialidade ou especialização, acima ou abaixo da primeira divisa – militar, tem-se “um desenho – regulamentar”, que identifica através do regulamento – próprio da organização – militar a qual pertence, a tal especialidade ou especialização(como exemplo, se contador, ter-se-iam “desenho de duas penas cruzadas”, e assim por diante). Os taifeiros também serviam, muitas vezes, em residências de oficiais, fazendo serviços de manutenção e trabalho doméstico. Essas funções foram proibidas peloTRF do Rio Grande do Sul em 2014, com abrangência nacional. Eles só poderão prestar serviços em residências oficiais quando isso for ligado a algum evento institucional das Forças Armadas.”[1]

(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Taifa_(profiss%C3%A3o), acessado em 17 MAR 18.)

  1. j) conforme já mencionado, os 3° Sargentos do Quadro Especial, Cabos e Taifeiros-mores do Exército não realizam cursos de formação de sargentos de carreira, até porque o acesso a esses cursos é por intermédio de concurso público, e, por este motivo, a esses militares é vedada a promoção até a graduação de Subtenente; 
  1. j) esta questão já foi devidamente abordada, de uma forma bastante conclusiva, de nossa parte, mais especificamente nas letras a) e b) do presente ofício-resposta, onde demonstramos que a Força quando quis, a fim de atender suas pretensões, não se utilizou da obrigação do concurso público. Após a promulgação da CF/88, passou a recorrer a esta obrigatoriedade, mas lembramos que não foram os Cabos e Soldados que imploraram para entrar no Quadro Especial num primeiro momento, sem o dito “concurso público”, foi novamente a conveniência e necessidade com a devida leniência da Força naquele momento que falou mais alto.

O real motivo de não podermos alcançar a graduação de subtenente é a não existência de previsão legal, motivo pelo qual acontece hoje toda esta discussão, onde solicitamos uma lei que nos ampare, para que se corrija a injustiça e o não reconhecimento da Instituição.

  1. k) já os taifeiros da Marinha do Brasil e da Força Aérea ingressaram nestas Forças por meio de concurso público, sendo exigidos como pré-requisitos para a inscrição, o ensino médio e o curso técnico de cozinheiro ou garçom, além de realizarem o curso de formação em suas especialidades, para serem incluídos no corpo de praças; 
  1. k) pelo que sabemos, nem sempre foi assim, pois os concursos da Marinha e Aeronáutica também ocorriam nos mesmos moldes dos do Exército, ou seja, concurso interno dentro das Unidades Militares, e como gostam de frisar, “sem concurso público”. Estes militares após a conclusão com êxito, nestes cursos, eram encaminhados para unidades civis especializadas, tal como o SENAC nos estados da Federação, a fim de que se aperfeiçoassem em cursos de cozinheiros ou garçons.

Novamente vemos o cuidado e o zelo em que Marinha e Aeronáutica tiveram com aqueles que lhe são caros, pois estes militares, incluso aqui os do Quadro Especial, realizam funções que somente poucos se sujeitam a fazê-las. Funções estas idênticas desempenhadas nas três Forças coirmãs, mas somente duas delas se preocuparam, realmente, em dar o devido reconhecimento a seus profissionais e o respaldo jurídico necessário para que se mantivessem amparados, fazendo-os não ingressar pelas portas dos fundos em nossa querida Força Armada Brasileira, para que não tivessem que se sujeitar, hoje, a este escárnio.     

  1. l) assim, quando comparados os militares das três Forças Singulares, é manifesta a diferença entre os integrantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, o que resulta em carreiras distintas, com formações, finalidades e organizações próprias; e 6.880, de 9 de dezembro de 1980 (Estatuto dos Militares), no qual esta previsto que o planejamento da carreira de oficiais e praças é atribuição de cada uma das Forças Singulares, o que é enfatizado pelo teor do art. 4º da Lei Complementar n° 97, de 9 de junho de 1999. 
  1. l) as formas de ingresso e permanência desses militares em cada uma das Forças Singulares realmente foram diferentes, pelo que podemos observar, mas também observamos e sentimos que em duas delas ocorreram todos os cuidados jurídicos necessários a fim de que se evitassem pendengas jurídicas cansativas e extenuantes, que acabam minando, no dia-a-dia o sentimento de corporação em seu pessoal, tal qual a presente. Mas, o mesmo não acontece com as funções desempenhadas nas três Forças, que são idênticas, claro que respeitando a singularidade de cada uma delas, onde garçom é garçom e motorista é motorista, onde quer que estejam, cozinheiros, serviçais, guardas, datilógrafos, serviços de manutenção e trabalho doméstico, e etc., inúmeras funções desempenhadas nas Forças Armadas pelo pessoal do quadro especial e taifeiros, terão sempre o condão de similares, quer queiram ou não. Cabe apenas este reconhecimento perante a todos, voluntário, ou no presente caso, por vias políticas e judiciais, para que a justiça se sobressaia. 
  1. CONSIDERAÇÕES FINAIS: 

Nós militares do Quadro Especial do Exército Brasileiro, integrantes, com muito orgulho, de uma das mais confiáveis e respeitáveis instituições de nosso país, assim como todos os outros valorosos militares das Forças Armadas, que desempenham funções imprescindíveis e necessárias, cada um à sua maneira, contribuindo desta forma, para que a defesa da Pátria, a garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, a lei e a ordem, sejam efetivamente garantidos através de nossas ações e presença, vimos através do presente ofício-resposta, esclarecer que:

– em nenhum momento quisemos, com nossa empreitada, nos comparar ou sobrepujar os militares de carreira, especificamente os da Escola de Sargentos das Armas, que com seus méritos conseguiram adentrar às fileiras do exército brasileiro, de acordo com o especificado em Lei, e nem sermos promovidos na ativa a tal graduação, pois somos sabedores do descontentamento e desgaste, por parte uma minoria pobre de espírito, que iria causar na Força;

– vimos sim, levantar indagações para a questão do esquecimento e a não valorização de nossa classe, que como comprovam nossos apontamentos, desempenhamos funções no dia-a-dia da Força, muito além das que fomos preparados, através de cursos ou aperfeiçoamentos, ora negados, mas que são prontamente superados através de nossa experiência alcançada através dos tempos, pois devido a peculiaridade de nossa classe, por passarmos muito tempo em um mesmo local, adquirimos conhecimentos e a tarimba, no sentido honroso da palavra, suficientes, para bem desempenhar nossas funções, nada deixando a desejar a quem possui conhecimento teórico, porém sem possuir a devida vivência;

– tanto é que, o que desejamos, é poder usufruir tal promoção somente na reserva remunerada, com um pouco mais de dignidade, a nós e principalmente às nossas famílias;

– quanto às recorrentes referências à falta de concurso público, como já rebatemos nas letras acima, e também a degradante pecha de 4ª série imputadas a nós do quadro especial, de forma pejorativa perante à Força, incomodando especialmente os que possuem curso superior ou pós-graduação, adquiridos com seus próprios esforços e também à grande quantidade com ensino médio completo, apesar de nem mesmo serem aceitos com bons olhos, no momento do alistamento para o serviço militar obrigatório, quando os civis as declaram, informamos que, como bons soldados que somos, apenas viemos obedecendo as regras que nos foram impostas, pois não nos competia questionar, naquele momento, as formas de ingresso que a nós foram apresentadas;

– e com relação aos fatos apontados relativos aos cursos por ingresso na Força sem o devido concurso público, tal como o sargento burocrata, e também as funções desempenhadas pelo quadro especial, além das designadas para nossas graduações, informamos que estamos em condições de apresentar, a qualquer momento, em forma de documentos ou depoimentos, quando forem devidamente solicitados;

– também queremos deixar claro a da falta de oportunidades dispensadas aos militares do quadro especial do exército brasileiro durante toda a nossa permanência nas Organizações Militares, que de forma vocacionada e mantendo um alto nível de dedicação, não nos foram concedidos os mesmos direitos dispensados aos sargentos concursados, direitos como:

1) um plano de carreira e interstícios para promoções decente, um plano para progressão na carreira com até 7 (sete) promoções e estimativa de quando seremos promovidos, pois temos casos de militares que permaneceram numa mesma graduação por até 18 (dezoito anos);

2) transferências remuneradas por conta da União a cada 02 (dois) ou 03 (três) anos;

3) cursos de Especialização e Aperfeiçoamento; e

4) casas funcionais, pagando uma taxa de ocupação de 20% do soldo, sendo quase inexistentes nas Organizações Militares do Exército estas casas funcionais para Taifeiros, Cabos e Soldados (graduação que representa 60% ou mais da carreira do Quadro Especial).

– ademais, para finalizar o presente ofício-resposta, no ano de 1992, o então Ministro do Exército, General Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena, propôs modificações nesta realidade, criando o Quadro Complementar de Praças (QCP) por meio do Projeto de Lei 3.422/1992 que previa o acesso às promoções até Subtenente, modificando as possibilidades de progressão na carreira de cabos e soldados estabilizados e definindo em seu texto de propostas ao Projeto de Lei, como “programas de modernização administrativa”. Mais tarde, ainda na década de 90, surgiram projetos internos no Exército para aproveitamento dos cabos e soldados estabilizados, objetivando reforçar a Instituição com uma formação de Sargentos nos mesmos moldes do QCP do PL nº 3422/1992, porém voltado apenas para o universo dos militares da ativa, com a finalidade de aproveitar a experiência desse pessoal. Ambos os projetos, datando de mais de 20 anos, por razões diversas nunca foram adiante;

  1. Diante das contrarrazões acima expendidas, verifica-se que há sim distorção e principalmente injustiças a serem corrigidas, pois os militares do Exército, integrantes do Quadro Especial, demonstraram que possuem as razões e os pressupostos necessários que os habilite à ascensão além da graduação de 2° Sargento.

 

São Paulo, SP, 18 de março de 2018.

 

COMISSÃO NACIONAL DOS SARGENTOS DO QUADRO ESPECIAL”

 

 

 

72 comentários em “Bomba: Sargentos do QE desmente parecer do Exército, em Carta aos Políticos

  • 27/03/2018 em 18:27
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    Parabéns aos QE que não se curvam as vontades destes oficiais imorais (mentirosos) do EB. É um exemplo para os sargentos e subtenentes de carreiras que estão inertes vendo seus diretos sendo roubados pelos oficiais do EB.

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    • 27/03/2018 em 20:23
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      Isso mesmo, nos de carreira devemos lutar por uma Lei de Promoções para nos (no meio politico), esta carreira que leva um anos para uma promoção (2, 1 e Sub) e termina em um processo ilegal de promoção a QAO, como já divulgado neste Blog, So oficias tem lei de promoções e eles pouco se importam com sua tropa…..são tão incompetentes que a pouco tempo general chorou por receber menos que Coronel da PM do Rio……destruíram nossa força por incompetência.

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  • 27/03/2018 em 18:37
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    Infelizmente a discriminação e a injustiça sempre foram a recompensa dos militares do QE, nada obstante desempenharem com competência e zelo as mais variadas funções dentro do EB.
    Para isto basta uma olhada nas suas folhas de alterações, alguns assumem e respondem por funções destinadas até mesmo a oficiais. Mas para o EB os QEs são somente militares sem instrução… Somente o Chefe Supremo das Forças Armadas (Presidente da República) poderia corrigir tamanha insjustiça.

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  • 27/03/2018 em 18:48
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    Esperamos que o Exército faça Justiça depois do relato de uma classe que foi esquecida e desvalorizada, mas ao mesmo tempo foi a classe que segurou por anos o nome da Instituição mesmo sendo pisada, pois vestimos a camiseta e deixamos de viver alguns sonhos para dar a própria vida e abdicar das horas de descanso junto aos familiares para que o Exército se enalteça. Brasil Acima de Tudo.

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  • 27/03/2018 em 19:03
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    Sou Sargento QE e tenho curso superior, já desempenhei funções de oficiais Analista de sistemas, aliás na minha OM não existe nenhum oficial analista de sistemas.

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  • 27/03/2018 em 19:23
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    Agora vai, chegou a hora das autoridades competentes verem o despreso que nutrem pelos QEs do Exército Brasileiro, militares do mais alto padrão, trabalhadores, honestos, responsáveis, e acima de tudo, cumpridores dos seus deveres. Chega de ficarem sobrevivendo das migalhas que são dedicadas aos QEs. Vamos que vamos …Deus está conosco e ninguem pode tirar esse direito…Pantanal

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  • 27/03/2018 em 19:24
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    Sou Sgt QE e chefe de almoxarifado, pois é assim que vivem os militares do quadro especial sempre os cargos e encargos e sem o soldo para tal…

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  • 27/03/2018 em 19:31
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    Neste momento de luta companheiros, quero deixar claro que eu como QE, quero que os Militares de Escola e concursados cheguem até ao posto de Major, sem mesmo ter feito a AMAN e o QCO. Quero que tenham um plano de carreira com interstícios cada vez menores. Que corram atrás dos seus direitos, se unam, para que caia este método de avaliação (OBSCURO, ARCAICO E SECRETO) Nós somos Praças de Carreira e precisamos estarmos unidos nas reivindicações para que o Comando do Exército reconheça a importância de seus Praças, estamos no mesmo barco pessoal, Que o pessoal de Escola corra atrás dos seus Direitos e deixa nós QE corrermos atrás daquilo que achamos termos direito e justo, só queremos a promoção que o Quadro de taifeiros da Aeronáutica tiveram. Queremos um tratamento isonômico. PELO AVANÇO DA INDICAÇÃO 4127-17. Queremos a Criação do Quadro de Graduados do Exército, só isso. Força, foco e Fé.

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  • 27/03/2018 em 19:33
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    Companheiros do Quadro Especial, sabemos do nosso valor e que os que são contra é pura inveja e está dentro do caldeirão do diabo, para puxar o tapete do outro. Aqui na minha OM, QE faz tudo que um Sgt Escola faz, Sindicância, Exame de pagmento, tira Serviço de Cmt da Gda. Assume função de Sargenteanteante e Sub Ten, Enc. Mat.Coisa que os Sgts de Escola detestam. Então fomos muito úteis e sabemos do nosso valor e esta Indicação 4127 de 2017, será aprovada. Agradeço o apoio dos Companheiros de Escola, que reconhecem o nosso trabalho, e é isto que nos importa. Cabra ruim de Serviço tem em todos os círculos, agora Os Companheiros de Escola, se acharem santinhos e irrepreensíveis é ridiculo. Estamos numa luta justa, politicamente, pois a Lei nos ampara e lembramos que a Justiça de Deus também. Queremos isonomia ao pessoal do Quadro de Taifeiros da Aeronáutica, nada contra os Sgts de Escola. Queremos um tratamento isonômico e justo. Força, foco e fé.
    LEI Nº 12.158, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009.

    Dispõe sobre o acesso às graduações superiores de militares oriundos do Quadro de Taifeiros da Aeronáutica.

    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
    Art. 1o Aos militares oriundos do Quadro de Taifeiros da Aeronáutica – QTA, na reserva remunerada, reformados ou no serviço ativo, cujo ingresso no referido Quadro se deu até 31 de dezembro de 1992, é assegurado, na inatividade, o acesso às graduações superiores na forma desta Lei.
    § 1o O acesso às graduações superiores àquela em que ocorreu ou venha a ocorrer a inatividade dar-se-á conforme os requisitos constantes desta Lei e respectivo regulamento e será sempre limitado à última graduação do QTA, a de Suboficial.
    § 2o O acesso às graduações superiores, nos termos desta Lei, adotará critérios tais como a data de praça do militar, a data de promoção à graduação inicial do QTA, a data de inclusão do militar no QTA, a data de ingresso na inatividade e o fato motivador do ingresso na inatividade, conforme paradigmas a serem definidos em regulamento.
    Art. 2o A promoção às graduações superiores, limitada à graduação de Suboficial,

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  • 27/03/2018 em 19:41
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    Sou Sgt QE e desempenho funções no Setor Financeuro de uma OMS a mais de 12anos. Enviei cópias de minhas altereações para a comissão QE. Desempenho por 18a a função de Aux de 1a Seção na 6a Cia E Cmb Blda hoje extinta. Então fica evidenciado que eu e demais colegas do QE e suas diversas funções fizemos por profissionalismo e vontade de aprender. Quando ingressei no EB eu já possuía o ensino fundamental e prestes a concluir o ensino médio.

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  • 27/03/2018 em 19:47
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    Sou sgt QE, servi por mais de 27 anos, sempre com lealdade e disciplina, sempre esperei que algum dia o exército desse o devido reconhecimento aos sgt QE, coisa que jamais aconteceu.
    Hoje se não fosse por brigas políticas com certeza não estaríamos como estamos.

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  • 27/03/2018 em 19:52
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    NÃO TEMOS QUE ABAIXAR A CABEÇA , JUNTOS COM DEUS NA FRENTE VENCEREMOS…FORÇA FOCO E FÉ…

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  • 27/03/2018 em 19:55
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    Por dever de justiça. pedimos apenas reconhecimento, pois cada integrante do Quadro Especial sabe o valor que representa no Exercito. Não a mais o que se discutir sobre a competência do QE. Não se pode mais ignorar o valor deste Quadro que participa ativamente para concretizar o nome do Exercito Brasileiro como uma das instituições de alto nível de credibilidade. Parabéns Sargento QE .

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  • 27/03/2018 em 20:37
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    É impressionante como a instituição não valoriza seus Praças.
    Tem argumento para tudo quando se refere a cortar direitos ou não conceder qualquer benesse a nós que levamos nas costas o EB

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    • 27/03/2018 em 21:41
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      Sinceramente, o assunto aqui já está mais do que chato. Pois esses militares, principalmente os revoltados por querer uma promoção ao QAO. Bando de chorões. Sou 2° Sgt que desejo sim, um dia ser promovido, mas caso eu não seja promovido, paciência. Vi vários militares irem para reserva remunerada como subtenente, e às vezes me encontro com alguns, e os mesmos nem falam… Pelo contrário. Coisa chata, esse bando de chorões.

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      • 27/03/2018 em 22:13
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        Valério você alem de um grandessíssimo B., deve ser um puxa saco daquelas.

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  • 27/03/2018 em 21:14
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    Nós do Quadro Especial não precisamos nos comparar aos Sgt de carreira. Não é uma questão de ser melhor ou pior do que eles. Ao meu ver são carreiras distintas e a maioria dos ST/Sgt do EB são militares do mais alto gabarito. Nossa luta não é contra eles da mesma forma acredito que eles também deveriam nos apoiar nesta luta, e não se sentirem desmerecidos caso a promoção do QEs venha se concretizar.
    Agora minhas condolências ao Exército por ter dado Parecer desfavorável, mesmo sabendo que em caso similar a marinha se posicionou de forma diferente. Os argumentos utilizados pelo Exército foram rebatidos pela CNQE demonstrando a fragilidade do posicionamento ali defendido. Vamos em frente! Vamos lutar em todos os campos possíveis para que a tão sonhada promoção aconteça e se faça justiça aqueles que doaram suas energias e capacidades técnicas em prol do Exército Brasileiro!

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    • 27/03/2018 em 21:49
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      Respondendo ao Shaul, sou Subtenente e apoio vocês, desejo que vocês consigam, e que os sargentos e subtenentes de carreira acordem da inercia, pois estamos sendo roubados pelos oficiais em nossos direitos, enquanto os deles fica intactos. Os sargentos e subtenentes de carreiras que são contra vocês QE, são uns idiotas, que se comportam igual Oficiais que são preconceituosos com praças………..praças devem se unir. não votem em oficiais candidatos este ano…………………votem em candidatos praças.

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  • 27/03/2018 em 21:44
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    Abram os olhos para enxergarem o descaso com os sargentos do QE, nós não somos iletrados nem apedeutas, temos mérito no que fazemos e no que somos, quero somente o reconhecimento pelo que demos pela força (EXÉRCITO) e a merecida promoção a Sub Tenente.

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  • 27/03/2018 em 22:48
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    A sociedade evolui mas o Exército fica estagnado no tempo. Não valoriza seus recursos humanos, colocou os sargentos QE no ostracismo, manipula a promoção a QAO, promove um guri com 18 anos de idade e ensino médio a oficial temporário em detrimento de subtenentes com mais de 20 anos de carreira, comportamento excepcional e muitas vezes com formação superior e pós-graduação ou até mesmo mestrado. Gestão de pessoas com certeza não é o ponto forte do Exército.

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  • 27/03/2018 em 22:51
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    Enfim, com uma olhar jurídico, expertise, e não de Militar, a resposta negativa sobre um plano de carreira até subtenente esbarra na dialética da erística. Com pouco de esforço hermenêutico, chega-se à conclusão: a uma, NÃO está em discussão o ingresso e como adquirimos a estabilidade e sim o plano de carreira. a duas; uma categoria para ter um plano de carreira deve estar no âmbito das carreiras estáveis. Então, a PERGUNTA é inevitável: somos ou não estáveis perante ao ordenamento jurídico brasileiro ? Com toda certeza, SIM, basta verificar o Estatuto por exemplo. Quanto ao intertísicio, como forma de negar, pois passaríamos os sgt escola, não prospera essa negativa por Isso, situações totalmente diferentes, além do que os interstícios para os oficias do QCO e dos Oficiais da Escola de Saúde e ambos são diferentes os oriundos da AMAN. a três, como negar um plano de carreira até subtenente com aquelas justificativas, quando os sgt de escola são promovidos ao oficialato sem concurso? Então, para eles podem com a justificativa de fizeram concurso ( no caso dos sgt de escola é pior do que o nosso, pois os QAO ocupam o cargo de nível superior – EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL-, cujo NÃO HÁ esse requisito para promoção, pelo contrário, o requisito é o 2° grau completo. Percebam, para qualquer outra categoria de oficias, inclusive temporário, requisito mínimo ter nível superior!! a quatro, não há argumentos jurídicos e fáticos que sustentam aquela negativa.
    Em última análise, o argumento de não temos capacidade (no campo teórico) NÃO se sustenta, pois que tem os meios fáticos e legais para tal capacitação é a Força, tal justificativa só ratifica a erística na argumentação para negar (em outras palavras, eles negam por não possuirmos tais requisitos que só e tão-somente eles podem oferecer/capacitar os QE. No mínimo, é um negação teratológica em sentido jurídico.).
    Força amigos.

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    • 28/03/2018 em 10:02
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      Excelente suas conclusões,temos origens distintas e por isso devemos ter tratamento diferente assim como o QAO tem em relação ao oficial de AMAN.Nunca me comparei ao SGT de carreira pois PERTENÇO a um Quadro diferente do oriundo da ESA.

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  • 27/03/2018 em 23:14
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    Não estou falando dos Sgt do QE, que concordo e desejo que consigam o que estão pleiteando. Agora, aqui neste blog têm muitos Sgt/ST que falam muita abobrinhas, inclusive escrevendo em outras notícias que existem “leões de alojamento, puxa sacos, etc…, e muitos aqui não tem a coragem de se identificar, por exemplo: sub veio, sangue no zóio, cansado de queimar bandeiras, etc.., ou seja, estão esbravejando e com atitudes exatamente aos que eles mesmos dizem dos outros Sgt/ST: “LEÕES DE ALOJAMENTO”. Repito aqui, não tenho nada contra ao que almejam os Sgt do QE, mas esses que só reclamam, e usam do anonimato… Com certeza são uns encostados na caserna, talvez um ou outro escapa.

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  • 27/03/2018 em 23:17
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    De a cesar oque é de cesar e a Deus oque é de Deus, justiça tem que ser feita, isso é o minimo que o EB pode fazer aos QEs esquecidos

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  • 28/03/2018 em 00:40
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    Não vamos longe nas comparações sobre concurso, até pouco tempo atrás os músicos do EB incorporavam como sd, faziam uma prova de teoria e prática musical e estavam habilitados a saírem Cb músico e posteriormente faziam uma prova intelectual via Cmdo de área e um Curso de Sgt Temporário (CFST) e estavam habilitados a Sgt de carreira. Enfim não prestaram concurso público. Não foram formados em escola militar.

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    • 28/03/2018 em 09:11
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      Excelente lembrança amigo,tal fato deve ser lembrado junto a nossa comissão QE.

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  • 28/03/2018 em 00:52
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    O Sgt QE somente o é hoje, pois era do interesse do Exército que o Cb estabilizasse, pois possuía alguma ou algumas habilidades que o Exército não formava os militares de escola, ou seja, se possuíamos habilidade/conhecimento “X” que logicamente era do interesse da força, éramos estabilizados, e somente por isto, ninguém foi estabilizado por ser “bonito” ou por pedir “pelo amor de Deus me estabiliza” quero ser QE, sempre prevaleceu o interesse do Exército.
    Agora na hora de reconhecer, ou de não ir contra quem sempre trabalhou e muito pela força, o Exército protesta contra com todas as forças. Vejam que em várias unidades, com o fim dos Sgt QE, já estão começando a parar de funcionar como sempre funcionou quando tinha um QE para tocar o serviço, motorista de blindado, auxiliar do S1, auxiliar do S2, SPP, Tesouraria…todos os pontos chave da OM, que é para quem tem formação maior que 4ª série, mas ninguém o quer, dai sobra pro velho QE, e para o Sgt de escola que é contra, não altera em nada para este a promoção do QE na reserva. Esquecem que da mesma maneira que desdenham do QE, são desdenhados dos oficiais da AMAN quando são promovidos ao QAO.

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  • 28/03/2018 em 01:10
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    So queremos que seja respeitado o principio da isonomia igualdade nao e previlegio e direito e nossos cmts querem inguinorar isso. Nunca vi tanta discriminacao mas deus esta no comando agora e a justica sera feita . Foco forca e fe na missao

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  • 28/03/2018 em 01:54
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    Não temos nada contra os sargentos oriundos das escolas de formação tenho amigos que estão torcendo por mim e sou grato a muitos sargentos por me ensinarem muitas coisas boas na caserna assim como eu ensinei os sargentos oriundos das escolas quando vieram trabalhar comigo na minha seção acho que eles também são injustiçados e torço para que eles quebrem a casta e se mobilizem procurem o que acham que tem direito porque nos tão sofridos e discriminados que somos cansamos e estamos na luta é só uma coisa lamentável é o coronel da assessoria parlamentar falar inverdades sobre a nossa capacidade intelectual e mentir sobre as funções que exercemos na força lembrando que faltar com a verdade é transgressão disciplinar gravíssima anexo I do RDE

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  • 28/03/2018 em 07:08
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    As coisas andam pra frente como um relógio que não para sou QE e estou nessa luta com 2 faculdade, uma missão no exterior diversos elogios n cursos e como não só eu mas muitos outros QEs são proficionais e cumpridor de missão. Ou melhor resebeu a missão é a resposta é o pronto da mesma. Missão paga missão comprida….. Força foco e fé…..

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    • 28/03/2018 em 10:43
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      Olá, bom dia a tds, venho aqui deixar minha indignação au discaso como fomos tratado todos esses anos, mais chega, temos capacidade e inteligência para saber dos nossos direitos, não é como o chefe de gabinete disse q só possuímos somente a 4° série, pois não é verdade ele só quis nós atingir e nos disqualificar perantes aus políticos e governantes; pois senhores o quadro especial q é formado por SD,Cb, 3° Sgt e 2° Sgt por ingressar nas fileiras do exército por serviço obrigatório e chegar a ser efetivado, o militar passa dez anos sendo observado, cobrado todos os dias pelos oficiais, só assim ele é efitivado com dez anos de serviço prestado, hoje os(QES) assume cargo importante no comando de vários quarteis por este imenso brasil, cargo de sargentos de escola e Sub tenente, como comandante de destacamento de fronteira e seções dentro das unidades, o nosso auto conhecimento deixa muita gente incomodado, por isso vem o dicaso por parte dos nossos comantes das forças, por fim mostramos agora mais uma vez q não temos somente a 4° série, pedimos respeito por nós e nossas famílias como nós respeitamos a vida inteira aus senhores oficialato do nosso Brasil, braço forte mão amiga

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  • 28/03/2018 em 09:55
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    ParabÉns a nobre comissão QE

    Excelente o texto em desagravo ao desrespeitoso parecer da assessoria parlamentar do EB junto a câmara. Gostaria de lembrar aos amigos da comissão do QUadro Especial qUe em resposta aO TribUnal de Contas da União, tratando de assunto sobre ACUMULAÇÃO DE CARGOS (ofício 1.214/2013-TCU/SEFIP, de 6/2/2013) , o Comando do Exército em 24/4/2013 também depreciou de todas as formas possíveis a classe QE , inclusive citando que não haviamos realizado concurso, como também éramos possuidores de apenas a 4ª série do ensino fundamental e que o cargo que ocupavámos não seria – TÉCNICO – justamente por não termos COMPETÊNCIAS que certas funções exigiam.Na referida oitiva o EB OMITE o fato de nossos conteporrÂneos oriundos da ESA também terem adentrado a força com exigência da 8ª série primária .No relatório o EB veta o direito do SGT QE assumir cargos pÚblicos na reserva porém dar parEcer favorável ao sargento de carreira e oficiais.TOTAL E IRRESTRITA DISCRIMINAÇÃO EM TODOS OS SENTIDOS !!! O Curso de Formação de Soldados e o Curso de Formação de Cabos não significa nada para o Comando do EB, enquanto que o curso de formação de Soldados PMs já é aceito como curso de formação técnica em vários estados da Federação.

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  • 28/03/2018 em 10:48
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    O Sistema Verde Oliva sempre contra os seus, agindo com maldade e covardia. O maior absurdo foi ter deixando de fora das promoções os Sargentos QE da Reserva, os mais antigos, muitos com 15 anos na graduação.

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  • 28/03/2018 em 12:18
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    Incorporei no exército em janeiro de 1977 no 1°/4° R-C moto, sendo recruta fiz o curso de motorista ficando em 1° lugar entre 9 alunos, após rigorosas avaliações fui fazer CFC QM 09-47 na 4° cia MED MNT CG término em julho de 1979, aprovado em 4° lugar entre 16 alunos. Em agosto de 1979 fui transferido para 11°RC Ponta Porã e promovido a Cabo temporário. Em 1981 fui aprovado no concurso realizado pela Esie (Rio-RJ) á CB 0012 músico, só consegui estabilidade por tocar a QMG/QMP 09-47 para 0012 em janeiro de 1982. Em janeiro de 1992 fui transferido para CIA CMD CMO. Em março de 1994 fiz opção para promoção 3° SGT Q.E. Em 01 de junho de 1994 fui aprovado.
    Tenho medalha de bronze com passador por mais de 10 anos de serviço e medalha de prata com passador por ter mais de 20 anos de bom serviço prestado ao exército sem sofrer nenhuma punição. Tenho diplomas publicados em BI de ensino fundamental, ensino médio e superior. Comportamento “excepcional”, fui convidado pelo cel. para comandar o pelotão de obra do CMO, recebi vários elogios dos oficias superiores e generais. Estou muito decepcionado com o descaso do exército referente ao quadro especial, pois todos os colegas de farda que conheci no decorrer dos anos, todos tinham no mínimo o ensino fundamental (antigo 1° grau) aqueles que conseguiram estabilidade são habilitados, conceituados e aptos para o serviço do nosso glorioso exército.
    Eu não tive nenhuma ajuda de nenhum militar no decorrer dos 30 anos de efetivo serviço, tudo foi por muito esforço, dedicação e merecimento.
    Espero que as autoridades competentes reconheçam a nossa dedicação para com o exército.
    Força, foco, fé na missão, Brasil acima de tudo abaixo somente de Deus.

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  • 28/03/2018 em 13:35
    Permalink

    Jefferson GUTERRES Diz
    3 Horas atrás

    Os sargentos do quadro especial, foram, são e sempre serão lembrados como aqueles que foram os primeiros a estender a mão aos sgt e of recém chegados das escolas/academia, sempre prontos e dispostos a auxiliar na resolução das dificuldades de início de carreira dos camaradas, sem nada pedir em troca. Agora que se busca esse reconhecimento da força, por demais merecido, esperamos que todas as praças se unam a nós em busca desse objetivo, não é hora de dividir, é hora de somar. Se o quadro especial obtiver êxito em seu pleito, o pessoal de carreira também sentirá os efeitos benéficos, portanto, nos unamos. Forte abraço a todos os irmãos de farda, independente de suas origens.

    2º Sgt QE Guterres

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  • 28/03/2018 em 13:44
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    Aprendi que o QE é a legenda viva de uma OM, nós QEs somos a memória de uma Unidade. Falo isso sem nenhuma pretenção ou audácia. Pelo contrário, falo pelo simples fato de que militares de escola não ficam 1/3 do seu tempo em uma OM apenas (até porque estariam perdendo a oportunidade de ganhar R$ em suas transferências para o nosso Brasil a fora (prerrogativas que nós QE não temos).
    Então, realmente chegou a hora de mostrarmos que somos tão capazes quanto “eles”, de conquistar o que também é nosso de direito.
    Abraço aos nobres e corajosos companheiros deste Quadro mais do que Especial.

    Resposta
  • 28/03/2018 em 14:09
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    Excelentes argumentos na resposta ao documento do EB, que seja por engano, desconhecimento ou sabe-se lá porque, não expôs a verdade sobre o Quadro Especial. Que essa luta continue e que a justiça seja feita ao final dessa batalha.

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  • 28/03/2018 em 14:42
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    Parabéns aos Sargentos do Quadro Especial são militares dedicados, sempre pronto a cumprir diversas missões, preocupado sempre com a segurança do subordinado e superiores pela experiencias de muitos anos de trabalho. Sempre em funções importante dentro dos batalhão, auxiliando seus superiores da melhor forma possível.
    SARGENTO DO QUADRO ESPECIAL, o nome já resume tudo é ESPECIAL.

    Resposta
  • 28/03/2018 em 16:10
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    1. A vida toda os Sgt de escola foram promovidos a Ten com ensino fundamental não esqueçamos disso.
    2. Já vi publicação em diversas seções de QE como chefe da seção, 4 série chefe de seção.
    No meu quartel tem QE ocupando função de 2 Ten de ST e outros… e da melhor maneira possível.

    Isso é não promover é birra com Praça…
    Outro dia um Maj falou nos somos o cérebro do Quartel nos que pensamos, como se o resto fossem débil mental…
    Mas sempre que tem que fazer algo vem a frase … ai QE…

    Me diz como era feito você que é mais experiente e sabe tudo daqui…
    Então.. ???

    Resposta
  • 28/03/2018 em 16:12
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    È com muita tristeza que vejo a minha instituição, me tratar com tanto desprezo, essa não é a instituição, que o dia que fui para a reserva fez um discurso de agradecimento pelo que fiz, não é a instituição com maior credibilidade, que trata seus filhos, que realmente suaram suas camisas, por no mínimo 30 anos fazendo de tudo, sem dar despesa apenas por um salário, sem transferências, sem instalação, sem declarar seus dependentes até os 10 anos de sv etc…..
    Mas DEUS é maior.

    Resposta
  • 28/03/2018 em 16:24
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    A promoção a segundo saiu redonda para todos da Presidente da republica, para todos inclusive os da reserva, com justiça muitos tinham mais de 5 anos na graduação, uns tinham 15 anos de 3º sgt mas os nossos inimigos que são do EB regulamentaram e deixaram só os que estavam na ativa, para serem promovidos, hoje nós de 1981 a 2013 ganhamos como 3º Sgt e os militares que foram para reserva antes de 1981 ganham como segundo sgt e os que foram a partir de 2013 também ganham como 2º sgt é nós que ficamos no meio ganhamos como 3º sgt oque fizemos a instituição para ganhamos menos trabalhamos igual a todos e ganhamos menos R$ 800,00 reias é justo, não é absurdo.

    Resposta
  • 28/03/2018 em 16:44
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    2º Sgt Valerio, coloca teu rostinho LINDROOO ai para a gente vê essa lataria. Vai! mano, paiça!

    Resposta
    • 28/03/2018 em 18:52
      Permalink

      Mais um que não tem a coragem de identificar (curioso)… E o verbo que você deveria escrever é com “r” no final, ou seja, “ver” no sentido de “olhar”, pois “vê” no seu contexto escrito tem o sentido de “olha”… Aí ficou sem sem sentido kkkkkkk kkkkkkk aprende a escrever “curioso”. Você deveria ser mais “curioso” em aprender a escrever. Kkkkkkk kkkkkkk

      Resposta
  • 28/03/2018 em 17:52
    Permalink

    Será que um dia os donos do Exército vão dar uma olhada no Estatuto dos Militares de Portugal e adotar essa divisão com as adaptações necessárias ?
    As categorias na carreira militar designam -se de:
    a) Oficiais;
    b) Sargentos;
    c) Praças.
    Categoria de sargentos
    1 — Para o ingresso na categoria de sargentos é exigido
    o nível 5 de qualificação, conferido no âmbito do ensino
    superior.
    2 — A categoria de sargentos destina -se, de acordo com
    os respetivos quadros especiais e postos, ao exercício de
    funções de comando, chefia e chefia técnica, de natureza
    executiva, de caráter técnico, administrativo, logístico e
    de formação.
    3 — Os quadros especiais relativos a esta categoria
    podem, consoante as necessidades orgânicas de cada ramo,
    incluir os seguintes postos:
    a) Sargento -mor (SMOR);
    b) Sargento -chefe (SCH);
    c) Sargento -ajudante (SAJ);
    d) Primeiro -sargento (1SAR);
    e) Segundo -sargento (2SAR);
    f) Subsargento (SSAR) ou furriel (FUR).
    Categoria de praças
    1 — Para ingresso na categoria de praças é exigido o
    curso do ensino secundário, complementado por formação
    militar adequada.
    2 — A categoria de praças destina -se ao exercício, sob
    orientação, de funções de natureza executiva e ao desenvolvimento
    de atividades de âmbito técnico e administrativo,
    próprias dos respetivos quadros especiais e postos.
    Cabo -de -secção
    Cabo -adjunto
    Primeiro -cabo
    Segundo -cabo
    Soldado
    Ou seja, quando o Exército será profissional ?

    Resposta
  • 28/03/2018 em 19:58
    Permalink

    – em nenhum momento quisemos, com nossa empreitada, nos comparar ou sobrepujar os militares de carreira, especificamente os da Escola de Sargentos das Armas, que com seus méritos conseguiram adentrar às fileiras do exército brasileiro, de acordo com o especificado em Lei, e nem sermos promovidos na ativa a tal graduação, pois somos sabedores do descontentamento e desgaste, por parte uma minoria pobre de espírito, que iria causar na Força;

    é isso e nada mais!!!!!!Direito e dignidade para a família QE

    Resposta
  • 28/03/2018 em 21:25
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    Nossa classe nunca foi valorizada pelos bons serviços prestados a instituição e é o mínimo que merecemos é essa promoção depois de 30 anos te serviço para podermos dar uma vida digna a nossa família.

    Resposta
  • 28/03/2018 em 22:01
    Permalink

    Nobres profissionais, do Quadro Especial, a luta tem que continuar e com certeza a Vitória está próxima. Com conhecimento da causa, quero parabenizar o ótimo trabalho desta Comissão do Quadro Especial. Tenho a honra de pertencer ao Quadro Especial. Já estive presente em Comissão parlamentar em diversas vezes, representando a UNPP. União Nacional de Praças e Pensionistas. O qual trabalhei com o Presidente da Instituição o Dr. Alberto, sendo Vice Presidente. O qual juntamente com os colegas de Brasília, por diversas vezes batemos de porta em porta dos Gabinetes dos parlamentares para que as nossas vozes fossem ouvidas. Att., DR. Luiz Neves. Sgt. Da reserva do Quadro Especial, com muito orgulho.

    Resposta
  • 29/03/2018 em 08:09
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    Sgt Franzotti do 38 BI, sgt QE, servi ao glorioso Exército Brasileiro por 30 anos, sempre procurei ser o melhor nas minhas funções, muito elogiado por meus Cmts. Atleta na modalidade de tiro de fuzil, fui campeão da 2 Brigada por de 12 vez, campeão do CML por várias vezes, sendo convocado pela CDE para treinar e participar do campeonato mundial militar de tiro na Turquia. Sou o 1 Sgt QE do Brasil a realizar o curso do caçador na AMAN
    ( reconhecido), ficando em 1lugar, ( ( ( equipe). Eu e meu canga, também Sgt QE atuamos no Haiti na função de ………….. ajudando nossos colegas comandos também QEs. Muitos outros assuntos poderia comentar mas agradeço e confio nos Sgt QEs q estão lutando para sermos apenas reconhecido pelos excelentes serviços que lutamos por todos estes anos. UM TIRO UMA MORTE.

    Resposta
  • 29/03/2018 em 09:01
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    As reivindicações dos QEs são justas. Vivemos em um país democrático. Criamos uma Comissão Nacional para lutarmos pelo que consideramos um direito. A nossa mobilização não é contra algo ou alguém. Aceitamos todas as críticas, mas reservamo-nos o direito de continuar a nossa luta. O que reivindicamos “A promoção a ST” a ninguém prejudica, por isto é estranho vermos alguns comentário ácidos de outros militares que em nada serão afetados pelo que reivindicamos. É um anseio de uma classe que infelizmente nunca teve o reconhecimento que merece. Por acaso é crime desejarmos dar uma melhor condição financeira para as nossas famílias e de melhorarmos a nossa autoestima? Tenho muitos amigos tanto entre os oficiais como entre as praças, pois sempre tive o RDE como um Manual de Conduta e não para aplicá-lo aos outros. Procurei cumprir em especial os seguintes artigos:

    Art. 3º A camaradagem é indispensável à formação e ao convívio da família militar, contribuindo para as melhores relações sociais entre os militares.
    § 1º Incumbe aos militares incentivar e manter a harmonia e a amizade entre seus pares e subordinados.
    § 2º As demonstrações de camaradagem, cortesia e consideração, obrigatórias entre os militares brasileiros, devem ser dispensadas aos militares das nações amigas.
    Art. 4º A civilidade, sendo parte da educação militar, é de interesse vital para a disciplina consciente.
    § 1º É dever do superior tratar os subordinados em geral, e os recrutas em particular, com interesse e bondade.
    § 2º O subordinado é obrigado a todas as provas de respeito e deferência para com os seus superiores hierárquicos.
    Onde ficam estes preceitos quando atacarmo-nos uns aos outros? Onde a camaradagem? Onde a harmonia e a amizade? E, principalmente o respeito?
    Qual o militar seja oficial ou praça pode afirmar que “nunca” utilizou-se do conhecimento e da experiência de um militar QE?
    Há! Meus irmãos de farda, “quem estiver sem pecado atire a primeira pedra” já afirmou o Nosso Bom Pastor.
    Já cantou o “Poeta Exilado”: “Lute meu filho, pois viver é lutar. A vida é combate que os fracos abate e aos fortes só faz exaltar”.
    Lutemos meus camaradas, com as armas da dignidade e da mansidão, do respeito e da disciplina. “Mais vale a tristeza da derrota do que a vergonha de não termos lutado”.
    Muita paz a todos.

    Resposta
  • 29/03/2018 em 11:28
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    Entraram pela janela e agora querem refresco. Porque não se dedicaram e passaram no CFS, ai fica demonstrada sua limitação. Vai até sub ou qao quem passou no CFS. Tiveram idade e oportunidade para fazê-lo. E não aproveitaram.

    Resposta
  • 29/03/2018 em 11:47
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    Diferentemente de uma boa parte dos sargentos de escola, a maioria dos QEs são unidos e não são “puxa saco”

    Resposta
  • 29/03/2018 em 11:49
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    Pelo que observamos o assunto que mais traz comentários aos blogs militares é sobre os Militares do Quadro Especial do EB, ao qual eu pertenço com muito orgulho
    Será que não somos importantes?
    Porque tanto se fala sobre nós?
    O Exército deve rever o parecer e recuar dessa decisão.
    Cmd VB não deve estar ciente de tamanho clamor.

    Resposta
  • 30/03/2018 em 19:11
    Permalink

    O ataque e o odio gratuito é só em relação aos militares do QE, no final da construçao da Ferroeste (Decada de 90) muitos civis que trabalhavam no regime de CLT foram estabilizados com a assinatura de um decreto do entao Presidente FHC e servem em muitas unidades do Sul do País em funções administrativas ou trabalham como mecanico, operator de maquinas entre outras. Recebem salario maior que um Sgt e nem por isso são achincalhados. Ou seja o ódio é cirurgico em relação ao Sgt QE

    Resposta
  • 30/03/2018 em 23:07
    Permalink

    Camarada coloca um terno, fala em nome da Comissão e Associação NACIONAL de Sgt QE, tira foto com a bandeira etc etc etc.
    Aí, faz uma ofício para contestar o outro ofício do MD e “esquece” que ainda é militar, ativa ou não. CPM passou longe.
    Nova APEB? Lembrem do triste fim dos integrantes.
    Projeto não passa. Não foi proposto pelo Presidente e não tem o aval da Força.
    Contagem regressiva para começar os comentários dos apedeutas: 3,4,2,1,0….

    Resposta
    • 31/03/2018 em 03:31
      Permalink

      So nao passa as promessas de deus meu caro anonimo deixe de ser covarde meu chapa se vc pensa que entende de tudo pq vc nao analiza nossos argumentos?antes de falar o q nao sabe procure se informar do assunto.para de falar asneira seu sem nocao baba ovo de oficiais.anonimo puxa saco nao sabe nem o q esta falando .nen deve ser militar pra ficar falando isso.

      Resposta
    • 03/04/2018 em 12:07
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      É por ter covardes como vc que a força estar na situação atual. Vc é desses cagões que beija a mão de oficiais e dedura a quem possa e acredita fielmente que os – CHEFES ESTÃO PREOCUPADOS COM A NOSSA SITUAÇÃO. Palhaços do teu nível ,deveriam aprender que o caminho é pela via politica !!!

      Resposta
  • 31/03/2018 em 00:23
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    Muita sorte na tua carreira Meritocrata

    Resposta
  • 31/03/2018 em 04:25
    Permalink

    Rsse pessoal que nen tem coragem de colocar seu nome devia ser menos omissos usam do anonimato para falar mal dos qes pq nao fazem como eles?corram atras dos seus direitos tbm .vcs tbm sao pracas eu falo isso pq quando cheguei na caserna aprendi muito com esses guerreiros humildade e muito profissionalismo acima de td as secoes ja nao funcionam como antigamente aprestacao de servico esta uma porcaria e vai piorar mais quando esses estiverem tds ido embora pq sera?algun anonimo ai pode me responder?

    Resposta
  • 31/03/2018 em 08:45
    Permalink

    É claudio silva, pelo q vejo vc é mais um que comeu na mão dos manipuladores de oficiais e apoiou o enterro de seus irmão de carreira. Muitas almas queimam no inferno com a sua conivência, claudio! Há sim, coloca a tua foto para a gente certificar que o nome corresponde com a cara, isso é para quem critica o anonimato.
    Queima ele JESUS!!!!!!!!!!!!!!!!

    Resposta
  • 31/03/2018 em 11:34
    Permalink

    Quando cheguei ao EB, tive instruções com diversos militares e o instrutor nunca dizia se era de Escola ou temporario. Notava que havia uns militares com muitos anos de EB e que ainda eram Cabos que conduziam viatura VBTP M113 Nas reunioes de Comando os Cap QAO sempre eram ouvidos e respeitados. Nunca vi um Cap QAO comer na mão de ninguem. Quando um militar chega novo na unidade e pede ajuda e dever de todos os militares de bom nivel estender a mão. Vejo que a reciproca é verdadeira, agradeço ao Cap QAO Claudio Silva R1 e agradeçendo à ele extendo ao Cap QAO Chefe do almox e tambem in memorian ao Cap QAO oficial de Mnt e Chefe do Equipamento pesado e fico a me questionar como um militar do mais alto gabarito ia comer na mão de Cabos pré estabilizados. O que havia era um imenso aprendizado de minha parte como Cb com militares iconicos . Hoje 2° Sgt QE com 28 anos de serviço e com alguma experiencia na minha area de atuação, repasso meu conheçimento a qualquer militar que necessitar, sem perguntar sua origem. Quer queira ou não o Exercito e feito de homens e mulheres valorosos que se renovam e trabalham mutuamente sem discursos de ódio. Ao curioso desejo o mais alto posto de sua carreira e muita saude e felicidade ao senhor e sua familia.

    Resposta
  • 31/03/2018 em 13:53
    Permalink

    O Senhor da VERDADE e dos EXÉRCITOS está conosco, para os que discriminam, que apedrejam, que não passaram nem perto pelo que passamos, continuem acompanhando e TODOS serão surpreendidos.
    Deus é o caminho e a VERDADE.

    Resposta
  • 31/03/2018 em 13:55
    Permalink

    O Senhor da VERDADE e dos EXÉRCITOS está conosco, para os que discriminam, que apedrejam, que não passaram nem perto pelo que passamos, continuem acompanhando e TODOS serão surpreendidos.
    Deus é o caminho e a VERDADE.

    Resposta
  • 31/03/2018 em 19:17
    Permalink

    Espero que os companheiros QE, que tinham a inocência de que o EM do Exército viriam a valorizarem a nossa classe, deixem de ser inocentes e venham lutar com a gente pela causa, porque se quisermos conquistar algo terá que ser com muita luta .

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  • 01/04/2018 em 00:00
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    É nojento ver um militar com esse tal “curioso” pessoa rancorosa, medíocre e sem noção, ninguém come na mao de QE, apenas incompetentes como vc pra comer na mao de outro militar, nao faça das suas frustrações com a escola ou ate mesmo nos batalhões que com certeza vc usou como trampolim, pra mais uma transferência, e outra transferência e quando chegua na OM necessita comer nas maos de QEs pra tirar o seu serviço e quebrar o seu galho em acampamentos, pois com certeza vc nao tem a maior competência pra cumprir a sua obrigação como militar…os QEs sempre foram a base dos batalhões nesse Brasilzãoa a fora e com certeza te carregou nas costas e fez o que vc nao teve competência pra fazer…respeite a opinião dos outros e fique na sua insignificância…somos do Quadro Especial e estamos coêsos nesse empleitada e pode apostar que sairemos vencedores quer queira vc ou nao….corre atraz dos seus objetivos e deixe de ser recalcado. Hipócrita.

    Resposta
  • 01/04/2018 em 08:25
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    Os militares do Quadro Especial não estão a requerer melhores condições em vão.

    A reivindicação somente existe hoje, porque a força deixou de estruturar a carreira desse universo, assim criando situações onde aqueles militares que não conseguiram acessar a ESA até seus 24 anos de idade, permaneceram em alguns casos por até duas décadas na condição de Cabo e no mínimo por 15 anos.

    Porque então deixar estes militares no Exército? Por qual motivo o Exército não mandou todos embora antes da estabilidade? A resposta é parte do problema, a instituição ficou com os militares de difícil formação que agregavam utilidade e valor para cumprir funções técnicas e de difícil formação.

    Pode se dizer sem sombra de dúvida que todo Soldado, Cabo e Taifeiro que permaneceu com a estabilidade, foi selecionado e testado na prática de 1 para 500. Considerando o número de militares do serviço obrigatório ao longo dos primeiros quatro anos até a chamada pré-estabilidade. Ou seja não fizeram concurso intelectual, mas para ficar tiveram que passar em todas avaliações práticas pelos próprios pares e superiores por muito tempo no exercício de suas funções,, a seleção foi ao longo de anos. Para o Exército era um excelente meio de selecionar militares do serviço obrigatório, para assim compor suas fileiras somente com os melhores. Só não continuou porque a CF/88 mudou as regras.

    Diferentes iniciativas surgiram com objetivo de propiciar uma melhor formação e um plano de carreira. O Projeto de Lei 3422/1992 que criava o Quadro Complementar de Praças (QCP) estruturava a carreira dos estabilizados e previa o acesso por meio de seleção e formação, inclusive promoções até Subtenente. Importante ressaltar que o Projeto de Lei foi proposto pelo então Ministro do Exército, General Zenildo de Lucena que definiu em seu texto de proposta do PL como “programas de modernização administrativa”.

    Mais tarde, ainda na década de 1990, surgiram projetos internos no Exército para aproveitamento dos cabos e soldados estabilizados, objetivando reforçar a instituição com uma formação de Sargentos nos mesmos moldes do QCP do PL 3422/1992, com a finalidade de aproveitamento pessoal experiente e capacitado. Ambos projetos, de mais de 20 anos, por “razões diversas” nunca foram adiante.

    Nesse caso qual culpa dos integrantes do Quadro Especial em não terem conseguido qualquer oportunidade de melhoria seja por acesso a outra formação ou especialização? Mesmo aos colegas que chegaram a formação Superior, exito esse com muita dificuldade concorrendo em escalas de serviços apertadas (cabo), qual chance ficou? O QCO até os 34 anos?

    Por qual razão a força não possibilitou alternativas para esse pessoal? Porque as diferentes iniciativas como PL 3422/1992 e o QCP proposto no final dos anos 90 nunca foi adiante?

    O problema do quase extinto Quadro Especial jamais existiria! Tem razões para existir…

    È importante ressaltar que o Quadro Especial somente existe por que teve e tem finalidade para com a Instituição. Existiram tentativas e projetos para mudar essa realidade, mas por alguma questão desconhecida à lógica e racionalidade, ainda não existe uma solução.

    Nobres companheiros Militares oriundos de todas formas de acesso ao EB, conquistaremos com a compreensão e o reconhecimento dos senhores uma solução justa.

    Que assim seja!

    Brasil acima de Tudo!

    Resposta
  • 01/04/2018 em 11:27
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    Bem esclarecedor e coerente Zenildo Chaves. Sei das atroçidades que cometeram com os St que nao conseguem sair QAO e o novo Plano de carreira do QCO da mesma forma injusto. Aos militares de Escola, basta se unir e correr atras de suas pretenções, sem ódio e rancor. Desejando o mal a outra pessoa nao chegaremos a lugar nenhum.

    Resposta
  • 01/04/2018 em 12:32
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    QEzão! cai na real meninão mimado! Os QE sempre tiveram o poder do lado deles, ou seja, sempre manipularam os oficiais com seus malabarismos e gambiarras. Sempre tentando mostrar que eram mais capazes que sargento de carreira. Agora estão provando do próprio veneno, perderam o encosto. Daqui para adiante verão que não passam de excelentes soldados e péssimos sargentos. Sendo predominante a confecção de café e a função de motorista, ambas para quem está chegando ou mesmo para profissionais qualificados para aquele fim, CB/SD. São palavras da elite, para quem sabe ler fica a dica.

    Resposta

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