Enquete: General Mourão deve substituir Bolsonaro em Debates e Comícios?

O PRTB anunciou que vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para colocar o candidato a vice-presidente General Mourão nos debates e entrevistas, enquanto o presidenciável Jair Bolsonaro estiver hospitalizado, se recuperando da cirurgia feita após o ataque em Juiz de Fora, na semana passada.

Segundo a assessoria do PRTB, a consulta ainda não foi protocolada no TSE. Após a resposta do TSE, o PRTB deverá pedir uma reunião com o PSL, partido de Bolsonaro, para colocar o General Mourão à disposição para substituir o candidato a presidente.

Recentemente, o TSE negou pedido do PT para que Fernando Haddad substituísse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba, nos debates e em entrevistas.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2018-09/prtb-consulta-tse-sobre-participacao-de-vice-de-bolsonaro-em-debates

4 comentários em “Enquete: General Mourão deve substituir Bolsonaro em Debates e Comícios?

  • 14/09/2018 em 10:49
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    Uruguai manda prender comandante do Exército que fez proselitismo político

    No Globo:
    O comandante em chefe do Exército do Uruguai, Guido Manini Ríos, ficará preso por 30 dias por opinar sobre um projeto de lei proposto pelo governo do país. A sanção foi imposta na segunda-feira. O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, comentou nesta quarta-feira a detenção:

    “[O militar] atua de boa fé e com a lealdade institucional que devem ter as Forças Armadas, mas se equivocou. Em função disso, sofreu sanções”, disse Vázquez, segundo declarações difundidas no portal da Presidência.

    Manini Ríos permanecerá preso por 30 dias a partir da próxima segunda-feira, em um momento em que o governo tenta passar no Parlamento uma reforma do sistema de pensões militares e uma nova lei orgânica para as Forças Armadas.

    A Presidência afirma na página da internet que a Constituição e outras normas locais estabelecem que os militares “não podem interferir com opiniões sobre projetos de lei”.

    O artigo 77 da Constituição do Uruguai estabelece que os militares em atividade deverão se abster de “fazer parte de comissões ou de clubes políticos, de subscrever a manifestos de partidos, de autorizar o uso de seu nome e, de modo geral, de executar qualquer outro ato público ou privado de caráter político, exceto o voto”.

    Nas últimas semanas, Manini Ríos criticou o governo em vários comunicados, por considerar que o projeto de lei prejudicará seus subalternos.

    Vázquez não esclareceu qual das ações de Ríos motivou a punição, mas afirmou que ela se deveu a violações constitucionais.
    “Comentar um projeto de lei que está em discussão no Parlamento é uma atividade política”, disse o mandatário.

    Esta não é a primeira vez que o general se envolve em polêmicas. Em novembro do ano passado, Manini Ríos foi acusado pela Organização de Mães e Familiares de Detidos Desaparecidos durante a ditadura militar uruguaia (1973-85), de ter mentido sobre a localização dos restos mortais de um desaparecido.

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  • 26/09/2018 em 18:46
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    Geraldo no 26 de setembro de 2018 a partir do 11:56
    “Como militar, acredito que o Brasil passa por uma tremenda crise ética ,moral e econômica, entretanto, como praça fico receoso em votar no Bolsonaro, uma vez que seu vice é general, e, esses senhores não têm nenhuma moral para apontar o dedo a quaisquer políticos, em razão de suas condutas. Ainda, estão com as asas bem soltas, o “Conselho de Disciplina” voltou – PORTARIA N º 1.440, DE 6 DE SETEMBRO DE 2018 (EB10-IG-02.021)-, então, estou vendo um monte de Praças, como gado indo para o abatedouro. É só minha opinião!”

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  • 27/09/2018 em 06:53
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    Não votarei no Bolsonaro por conta que seu vice é general, esses cabras acham que o EB é deles. Voltaram com o inconstitucional conselho de disciplina, concomitante com a inteligência e a Justissa militar, para perseguir e mandar praças na rota do EB, e, em contrapartida estão aumentando o número de temporários, porque com esses eles fazem o que querem, pois dependem do engajamento, assim sendo, não vejo um futuro próspero na caserna. Então visualizo tempos vindouros sombrios na Força, pois nossas mazelas se devem aos generais que são elitistas e imorais na questão de manter suas benesses e privilégios. Se não fosse a PF o EB estaria abraçado aos corruptos em boquinhas imorais.

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  • 28/09/2018 em 19:54
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    O tal de general fica estarrecido com os benefícios concedidis aos pobres, mas ficam caladinhos em relação às mordomias dos poderosos. Salve a PF, porque se dependesse dos generais, estes estariam abraços aos corruptos e ainda os agraciando!

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