Sargento Temporário do 34 BIMec é Estabilizado, em Sentença Judicial

Por erro ou dolo, o 34 BIMec, em Foz do Iguaçú-PR, permitiu que Sargento Temporário atingisse mais de 10 anos de serviço. Quartel é o mesmo do Sargento Preso por Tráfico de Armas – Excerto da decisão judicial:

 

SINDICÂNCIA DECLAROU QUE O SARGENTO SOFREU ACIDENTE EM SERVIÇO NO DESLOCAMENTO PARA O QUARTELTERIA COLIDIDO SUA BICICLETA NUM TÁXI

Causa curiosidade, as circunstâncias do suposto acidente, no qual é afirmado que o interessado, no deslocamento casa x quartel, colidiu sua bicicleta com um Táxi.

Porém segundo processo são verdadeiras, as afirmações do acidente.

Sindicante firmou que existiu acidente em serviço.

MILITAR PERMANECEU, QUANDO INCAPAZ B2, EM SERVIÇO ATIVO 

Conforme demonstrado no processo, o militar teria exercido corriqueiramente funções e atividades, ainda que estivesse sido declarado Incapaz B2.

Sem embargo, o caso mais parece que fecharam os olhos e fingiram não enxergar a realidade. Aparenta que muitos atores deixaram os fatos se consubstanciar, por erro ou dolo, resta saber.

FATO COMO ESSE SERIA ROTINA NOS QUARTÉIS? QUEM PAGARÁ PELO ERRO OU DOLO?

Deve existir máxima preocupação com o fato, uma vez que em muitas Organizações Militares do Brasil, há, sem dúvida, ‘Estabilidade pela Janela’, por erro ou dolo de agentes administrativos.

Outro ponto a ser esclarecido, vai no encontro de apresentar se os agentes responsáveis responderão em ‘Ação Regressiva’, por claros danos ao erário público.

Nota: comentários rezam que o Sargento exercia com primazia e profissionalismo, suas atribuições.

 

10 comentários em “Sargento Temporário do 34 BIMec é Estabilizado, em Sentença Judicial

  • 23/03/2018 em 10:16
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    É por isso, que eu sou estou esperando vários canalhas fardados do Exército Brasileiro aqui em Recife-PE, cometerem o grande erro de me reformarem à revelia e por documentos forjados pela criminosa contumaz, a homossexual enrustida Psiquiatra TENENTE-CORONEL ÂMGELA TAVARES BEZERRA, que vem há anos usando a medicina para favorecer bandidos fardados como o agora TENENTE-CORONEL GLEISON ADRIANO COUTINHO MAGALHÃES (O CADEIRUDO QUE É O TERROR DAS PRAÇAS DO HOSPITAL MILITAR DE ÁREA DO RECIFE – HMAR) e causando prejuízos irreparáveis a vários praças e familiares, como é o caso deste Primeiro-Sargento de Comunicações Luciano Silva, que ralou em cima de livros e frequentando cursinhos e bibliotecas públicas para passar no ex-concorrido concurso público para a Escola de Sargentos das Armas (EsSA). Ela faz tudo isso porque está tendo a cobertura criminosa de vários membros do honestíssimo Ministério Público Federal, principalmente o protetor-mir das ilegalidades administrativas cometidas por vários oficiais do EB contra a minha pessoa e a minha base social: o covarde PROCURADOR DA REPÚBLICA CLÁUDIO HENRIQUE CAVALCANTE MACHADO DIAS. Mas, independente de intimidações e ameaças, viu omissa Dra Raquel Dodge, vou lutar até o fim dos meus dias para que seja feita a verdadeira justiça e anulara todas as bandidagens até hoje perpetradas e colocadas em prática, minha reserva tem que ser com as minhas devidas promoções e com o meus proventos integrais, doa a quem doer.

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  • 23/03/2018 em 10:24
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    Deve ser algum filho ou apadrinhado de oficial. Ganhar na moleza o resto da vida.

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  • 23/03/2018 em 15:14
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    Antes de tudo é necessário esclarecer que o Sgt Jonatahm não é apadrinhado de ninguém, por sinal um um militar dotado de caráter exemplar,trabalhador ,um excelente profissional, mais que muito militar de carreira, levava a 2ª Cia de Fuzileiros nas costas como furriel, sargenteante, nas diversas missões como auxiliar do subtenente, sempre abnegado do seu tempo em família a fim de cumprir as missões,tanto é que nunca se negou a cumprir expediente, sendo tratado muitas vezes como militar de carreira pela sua conduta, e comportamento.
    E garanto a vocês que se receber ordem para retornar ao expediente ia cumprir com o máximo de profissionalismo.

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    • 23/03/2018 em 16:30
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      A questão não é o que ele é o deixa de ser, deixar um temporário estabilizar é no minimo suspeito…..tem muitos de carreiras que não tem tantos direitos como este temporário. MPF tem de investigar como ocorreu isto.

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    • 25/03/2018 em 07:42
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      Eu apoio a estabilidade dele…tem muitos de carreira que não mereciam estarem na farda.

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  • 23/03/2018 em 17:37
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    Pata dizer que foi estabilizado deveria a sentença ter transitado em julgado!!! Cadê o trânsito em julgado??? Óbvio que a União vai recorrer.

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  • 23/03/2018 em 17:37
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    Para dizer que foi estabilizado deveria a sentença ter transitado em julgado!!! Cadê o trânsito em julgado??? Óbvio que a União vai recorrer.

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  • 24/03/2018 em 06:57
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    foi bom que, esse sagento .que tem mais de dez anos ser estabilizado no exercito …porque foi bom. o soldado entra no quarte , passa 2 anos ou mais depois sai ..fica desempregado ..era pra ser asssim soldado cabo que se alistasse ficaria no quartel enganjado de ano e ano apartir de 4 anos se estabilizado,como antigamente ,,mas esse direito ainda tem valia porque direito adiquirido nao pode ser tirado..esta na carta magda..do brasil e a lei do retrocesso ainda nao foi aprovada…entao esta valendo ,quem passou mais de 4 anos em orgao publico exemplo prefeitura estado ou uniao tem direito a estabilidade. so procurar a justiça federal e dar entrada…

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  • 24/03/2018 em 22:32
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    Soldado chamado de “podrão” por superior deve ser indenizado, fixa TRF-3
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    23 de março de 2018, 13h46
    Ofender um inferior hierárquico nas Forças Armadas causa dano moral que deve ser indenizado. Com esse entendimento, a 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região condenou a União a indenizar em R$ 10 mil um soldado chamado de “podrão” pelo superior.

    Na ação, o autor contou ter sido afastado do serviço pela Junta Médica Militar por “doença incurável”. Mas ele continuou trabalhando internamente no quartel e sofrendo ofensas. No processo, ele citou especificamente o comportamento de um tenente que se referia a ele como “o podrão”.
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    Na decisão, o relator do processo ressaltou que o próprio Exército reconheceu a ofensa e puniu o oficial por tratar o militar como “podrão” em público. Segundo o magistrado, quem conhece os ambientes militares sabe que a ofensa, embora represente descortesia para com os subordinados, ocorre com frequência e serve justamente para reduzir um soldado perante os demais.
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    “Não se trata de mero dissabor a que um soldado deve se submeter, mas de comportamento desprezível perpetrado por um oficial – de quem se deve esperar um bom exemplo – que deslustra o Exército, cuja chefia não se compadece com abusos”, afirmou o desembargador relator.
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    Com esse entendimento, condenou a União a indenizar dano moral pagando ao autor da ação o valor de valor de R$ 10 mil, com correção segundo a Resolução 267/CJF e juros de mora a partir de 23/7/2010 (Súmula 54/STJ). Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-3.
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    Apelação Cível 0011382-22.2010.4.03.6110/SP
    conjur

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  • 29/03/2018 em 09:11
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    Sou de carreira e afirmo que o maior erro que existe no serviço público do Brasil é a estabilidade!
    Carreiras públicas deveriam ser por contrato semelhante ao que ocorre nos EUA, porque o que vemos em todos os serviços públicos do Brasil, (sem exceção) é uma grande maioria de preguiçosos que só pensam no menor esforço e no salário ao fim do mês.
    A exemplo disso temos a questão da segurança pública no Brasil, tem bem uma meia dúzia de órgãos responsáveis por ela, mas o que vemos não é gente trabalhando e sim gente passando a bola para o outro.
    O Estado diz que o problema é da polícia, a polícia diz que é da justiça, a justiça fala que é da educação, a educação diz que é do estado. Eu digo que o problema é da cultura da malandragem e da preguiça.
    A culpa é nossa!
    De todos nós sem exceção.

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