Subtenentes são Réus por desrespeito a ordem de Tenente para abaixar o Som

Fato teria ocorrido na Vila Militar do CEP e FDC – Centro de Estudos de Pessoal e Fortaleza Duque de Caxias, no Leme-RJ – Quando se quer, os motivos são os mais diversos ou esdrúxulos!

A INICIAR, SOM ALTO NÃO É CRIME MILITAR E SIM CONTRAVENÇÃO PENAL – DESDE QUE CARACTERIZE PERTURBAR O SOSSEGO ALHEIO  – VEJA A LETRA DA LEI:

. “42. Perturbar alguém o trabalho ou o sossego alheios:

        I – com gritaria ou algazarra;

        II – exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais;

        III – abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;

        IV – provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda:

        Pena – prisão simples, de quinze dias a três meses, ou multa, de duzentos mil réis a dois contos de réis”.

 Observações: 1) o lar continua sendo Asilo inviolável, ainda que isso ocorra em Vila Militar;

                             2) Quais os Instrumentos técnicos para tal assertiva de som alto ou algazarra;

                             3) O fato aparenta questão de vizinhos desafetos.

FATO TERIA OCORRIDO NUMA TARDE DE DOMINGO  – ‘CÁ PRA NÓS, TODOS SABEMOS QUE ISSO É ROTINA NAS VILAS MILITARES AOS FINAIS DE SEMANA

Sinceramente, é o tipo de situação que causa perplexidade. Um jovem Tenente Temporário, com meses de trabalho, determinar aos Subtenentes, com 30 anos de serviços prestados a instituição Exército Brasileiro, abaixar o som que escutam, em suas residências, na Vila Militar.

Diga-se, espero que não se torne rotina, pois já estamos enxergando às centenas de Oficiais e Sargentos indiciados, especialmente em dias de jogos do Brasileirão e agora com a Copa do Mundo de Futebol, ou em qualquer comemoração festiva, tão comum entre os Militares.

SUBTENENTE NEWMAR POSSUÍA CARREIRA BRILHANTE – MOVIMENTAÇÕES FORAM O ESTOPIM

Segundo fontes, o Subtenente Newmar é da turma de 1991 e até a graduação de Subtenente, sempre foi promovido no primeiro quartil, por ser, em tese, cabaça de turma.

Ocorre que o Militar, possui esposa servidora municipal do Rio de Janeiro, sendo que foi movimentado, inicialmente para o Paraná, quando entrou com recurso, obtendo revertida a sua movimentação, para Quartel da Vila Militar do RJ.

Posteriormente foi novamente movimentado, dessa feita para o 6º BIL – 6º Batalhão de Infantaria Leve, quando ingressou na Justiça. Atualmente, trabalha no 6º BIL, em Caçapava-SP e a sua família, reside em PNR do CEP, por força de decisão judicial – Nos parece que os motivos estão clarividentes!

Torcemos que tudo se resolva e que os Subtenentes envolvidos sejam inocentados. Também que o Subtenente Newmar consiga reunir a sua prole’.

26 comentários em “Subtenentes são Réus por desrespeito a ordem de Tenente para abaixar o Som

  • 01/03/2018 em 22:29
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    Isso serve de exemplo para todos.
    Somos alvos a partir d agora e devemos nos precaver legalmente de todos os atos que possam nos atingir.

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  • 02/03/2018 em 06:24
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    Estes porcarias de tenentes temporários se acham, formados nas coxas em curso de 10 meses de meio expediente, ou formados em dois meses. Entram no exercito se achando o tal, uns merdas, não passaram em uma escola de verdade. Não tem experiencia nenhuma e são moleques. Os oficiais de AMAN, que só querem colocar seus filhos e afilhados no EB pra ganhar um dinheiro fácil, dão moral a estes lixos. Você temporário que não sabe nada de militarismo, tenha humildade, você não passa de um peão (burro de carga) de oficial de carreira que logo voltara a ser o que realmente é: CIVIL.

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    • 03/03/2018 em 03:04
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      Deixa de ser otário seu otário burro. O OCT ou o OTT pode ser formado em 10 meses, 2 meses ou até mesmo 1 dia, mas mesmo assim é um Oficial. Tu és tão burro ou não sabes que um oficial seja ele de carreirra ou temporário é mais antigo que qualquer praça? Queria você servindo na minha mesma OM pra você ver quem é o moleque.

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      • 03/03/2018 em 10:05
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        Servi em CPOR formando essas tralhas. Vi vários instrutores chefes desabafando que, se dependesse deles, nenhum se formava. Esperar o que de uma formação de dez meses de meio expediente?

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      • 03/03/2018 em 10:14
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        kkkk…………….o cara deve ter ficado com medo de sua ameça…………….kkkk

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      • 03/03/2018 em 10:46
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        Bom dia Rocha.
        Aqui estamos infelizmente tomando partido e dividindo a força de uma forma genérica. Uma guerra entre oficiais e praças não interessa a ninguém. Não sabemos exatamente o que ocorreu e sabemos que existem oficiais e oficiais assim como existem praças e praças mas educação de ambos os lados, vem ou deveria vir do berço.

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      • 05/03/2018 em 14:05
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        A questão de ser temporário ou de carreira não é situação para atestar competência. Só sei de uma coisa, a instituição mais corporativista é o Exército Brasileiro. Mas esse corporativismo não se estende aos praças, os quais são a alma dessa instituição que clama por ruptura de apadrinhamentos exorbitantes.

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    • 03/03/2018 em 08:13
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      Pode ter anos de carreira, mas ainda não aprendeu o que é hierarquia e disciplina, depois cobra do soldado o que não faz.

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    • 03/03/2018 em 09:06
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      Parabéns ao Ten Temporário! Fez o que deveria ser feito! “Igual no Exército”!!
      Aos que criticam o oficial R/2, o choro é livre!! Se for mais moderno então, só tem uma alternativa… não reclame e cumpra a ordem!! Kkkkkk

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      • 03/03/2018 em 10:13
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        Ordem absurda não se cumpre…..e nem se admite abuso de autoridade, principalmente dentro da casa de um Cabra e diante de sua família.

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    • 03/03/2018 em 09:26
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      Em primeiro lugar, deve se respeitar os vizinhos, pois ninguém é obrigado a escutar a música dos outros. Em segundo lugar, indiferente de ser temporário ou não, quem estava lá era o oficial de dia que era o responsável pela ordem no local. Se um sub Tenente tem for de cotovelo por não ter conseguido chegar a oficial, problema dele. Agora desacatar um oficial, mostra o caráter dele. Se tem 30 anos de exército e ainda não aprendeu a ter respeito, tá na hora de pedir reforma!

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      • 03/03/2018 em 10:08
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        Não consta na reportagem ou no documento judicial que o tenente estava de serviço.

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  • 03/03/2018 em 09:50
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    Os militares de 8 anos se doeram com o comentários lá de cima……kkkk (os senhores não são de AMAN – só são mão de obra pra oficiais de carreira descansar). Engraçado que se tem de respeitar a Hierarquia e Disciplina para estes garotos sem experiência, muitos são ensinados pelos praças (subtenentes e sargentos)…….mais o Exército não respeita a Hierarquia e Disciplina na promoção de subtenentes a QAO e na promoção de Sargentos…..interessante…….

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  • 03/03/2018 em 10:02
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    O problema é que o oficial temporário deve ser formado para termos reserva e serem utilizados somente em caso de guerra (bucha de canhão mesmo). A maioria não passa de vagabundos que usam o exército com cabide de emprego sem nenhum compromisso com a instituição. Mais de 50% não passa em concurso para soldado da PM. São despreparados para a função.

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  • 03/03/2018 em 10:11
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    A hierarquia e a disciplina é o esteio que dá a direção aqueles que se respeitam e valorizam a dignidade. Um líder não impõe suas ideias, pois assim, não seria um líder. Os jovens oficiaisR2 ainda não possuem experiência, sabem que são somente fantoches num Exército que não respeita a hierarquia daqueles que não são “puros” crias da casa ou que são Praças. Assim, precisam se impor sobre o Elo mais fraco pois as frustrações não os habilitam a opinar no Exercito de perfeitos defensores da Nação (oficiais da AMAN) então, surge essas infantilidades.

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  • 03/03/2018 em 11:14
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    Sou oficial temporário indo para meu último ano, acho que a atitude desse camarada (oficial) não foi correta, sou pai de família e não faria isso pois não acho necessário. Acho que uma conversa na boa já resolveria pois não preciso participar ninguém só para mostrar que sou oficial. Penso que o respeito se conquista pelo exemplo e até hoje nunca tive problema com meus subordinados, de carreira ou não, pois todos me respeitam pela minha conduta e respeito todos de forma igual. O exército precisa dos temporários pois hoje com o déficit de recursos o pessoal de carreira não ia dar conta de todas atividades (operacionais e administrativas) que os companheiros sabem que são muitas ! Cada um deve trabalhar no seu quadrado e respeitar os nossos regulamentos. Não é por que sou oficial que não posso pedir orientação a um Praça (já fiz muito isso) pois a experiência conta sim e devemos respeita-la porém o fato de ser temporário não me faz menos merecedor de receber uma continência! Reclamamos muito do nosso exército mas as vezes nós mesmos o pioramos com nossas atitudes, como no caso desse oficial da reportagem ou de vários outros camaradas dos comentários. Os temporários existem para cumprir as missões operacionais junto com a tropa e o pessoal de carreira pra cuidar da administração, pois sem um ou outro o exército desanda ! Espero que façamos o nosso exército uma força melhor ! Uma vez PE, sempre PE! Selva !

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  • 03/03/2018 em 12:03
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    Infelizmente ficou uma birra entre ST e Of temporários quem é mais antigo ou tem mais autoridade… blá blá blá. O que tem escrito e que o som estava alto e o tenente foi reclamar e sendo em Vila Militar teria de acatar a ordem é ficar quieto. Não é bem assim cara pálida, senao onde estaria a inviolabilidade do lar e todas essas coisas. A partir do momento que ocupou o PNR tem um montão de regulamentos do EB além das leis do município. Senão vira bagunça… daqui a pouco um porcaria qualquer vai chegar e entrar na casa quando bem entender só pq é oficial.

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  • 03/03/2018 em 17:45
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    É ridículo essa situação. Se um aspira desses for mal educado comigo, dou-lhe uma porrada no meia da cara. Vou preso mas de alma lavada. O EB é muito injusto com seus subtenentes. Homens com pelos menos 25 anos de serviço.

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  • 03/03/2018 em 17:51
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    Quanta imbecilidade!! Às vezes, pergunto me: como a imbecilidade campeia nas redes sociais….As pessoas sem ter acesso à parte do oficial; sem ter acesso aos autos…; fazem juízo de valor esculachando o autor da parte….

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  • 04/03/2018 em 08:58
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    Bom dia senhores, inadmissível o que está acontecendo aqui…..todos os Ten R2 e até mesmo os de carreira, com exceção dos QAO, é claro, têm idade de ser nossos filhos…..não consigo me ver trocando ofensas por blog com meus filhos! Todos os dois lados estão falhando….

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    • 04/03/2018 em 11:53
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      Então eles deveriam respeitar a idade dos subtenentes, alem da experiencia ?

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  • 04/03/2018 em 20:06
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    Discussão entre vizinhos de vila militar deve ser resolvida com o Código Civil, ou outra lei civil, penal ou não. Nunca com o Código Penal Militar nem com o RDE. Já existe jurisprudência nesse sentido, não lembro de qual Tribunal. Se o Tenente quis se valer da antiguidade em mera discussão de direito de vizinhança, sem nenhuma relação com atividade militar, ele está cometendo abuso de autoridade, assim como o comandante que eventualmente punir o Subtenente. E um Tenente temporário tem que ficar mais esperto, condenação por abuso de autoridade pode fazer ele “ir na rota” antes do tempo. Se antes o Sub poderia estar errado por supostamente incomodar a vizinhança, agora é o Tenente quem perdeu a razão, tentando usar sua “estrela” para agir de forma contrária à lei. Digo mais uma vez: NÃO se pode invocar hierarquia em discussão de assuntos particulares, de vizinhança, mesmo que seja numa vila militar!

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  • 04/03/2018 em 20:12
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    Não entendi uma coisa: tem tenente e subtenente morando na mesma vila militar? Trata-se de vila militar de oficiais ou de ST/Sgt? Seja como for, parece óbvio que não passou de uma discussão entre VIZINHOS, e não entre “militar mais antigo e militar mais moderno”. Deve-se saber separar as coisas.

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  • 04/03/2018 em 23:05
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    Trabalhei mais de 20 anos formando R2 e sempre tive meu respeito pelas minhas atitudes, até pq sempre fui muito claro que entre ser desrespeitado por um “guri” sem conhecimento de vida e de Exército e levar uma cadeia por “meter a mão nas fuça” dele, minha família sempre soube que não precisaria me levar cigarro na cela. independentemente dos pilares da Hierarquia e Disciplina, sempre tem o valor de “respeitar as caras”, é oficial sim, a legislação permite, mas não venha crescer as unhas pra cima de mim pq eu sei o que são 10 meses de meio-expediente, PCI, churrascadas e passeios…Antes de qualquer coisa, respeito de ambos os lados e um pouco de conversa podem ser suficientes para resolver esse tipo de situação ridícula.

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  • 06/03/2018 em 11:47
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    A perturbação do sossego é uma contravenção que independe de laudo técnico para caracterizá-la, bastando que uma das partes tenha seu sossego perturbado (laudo técnico é apenas necessário para caracterizar o crime ambiental de poluição sonora). Quanto à inviolabilidade de domicílio, isso não quer dizer que podemos fazer o que bem entendemos só porque estamos no interior de nossas residências, pois certas convenções sociais devem ser respeitadas Não sei se o som estava alto de fato, mas dois subtenentes já estão bem velhinhos para ficar dando festinha regada a música alta (se esse for de fato o caso). Esse negócio de ouvir música alta é coisa de gente mal educada e nem pra civil esse tipo de conduta é a mais adequada. Já presenciei situação em vila militar na qual um subtenente gostava de fazer a “festa da salsicha” ( a única mulher era a do próprio subtenente), regada a sol alto, algazarra e até odor de maconha era sentido da rua). Eu, praça moderna, de serviço, dei uma esclarecida tão boa no militar sobre flagrante (uso ou posse de entorpecente por parte dos participantes da festa) e sobre perturbação do sossego que o militar em questão, depois do fato, desviava de mim quando nos deslocávamos em sentido oposto dentro do quartel. Independente se é R2 ou não, se era subtenente com 100 anos de serviço, estou do lado de quem está de serviço e obedece as leis! Quer ouvir som alto, faz uma boate com isolamento acústico, daí sim pode ouvir o que bem entender!

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    • 06/03/2018 em 21:31
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      você tem toda pinta de puxa saco de oficial……no seu texto não entrou em nenhum momento na hipótese de o oficial temporário poder estar errado, só crucificou o subtenente, militar de sua classe (praça).

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