DGP responde, “a la Dilma”, sobre os 70% de promoções da Port. 322 – EME

(NÃO SÃO 70%, SÃO 60% DE 70%, OU 80% DE 70%, OU 90% DE 70%) – “DECIFRANDO RESPOSTA DA OUVIDORIA DO DGP AO QUESTIONAMENTO APRESENTADO POR SUBTENENTE DA TURMA 1993” – (Resposta, possivelmente OFICIAL, da Ouvidoria do DGP – CLIK)   

Resposta postada no Blog: “As vagas para QAO são calculadas da seguinte forma: pega-se o primeiro da turma, nesse caso o 1º da T 93 e vai até o 1º da T 94 (exclusive) quem tiver nesse meio é considerado T 93, ou seja quem da T 93 foi ultrapassado pela T 94, passa a pertencer a T 94. Ex: T 93 COM tem 195 x 35% = 68,25 vagas, arredonda para 69 vagas para DEZ 18, 195 x 28% = 54,6 vagas, arredonda para 55 vagas para JUN 19 e 195 x 7% = 13,65 vagas, arredonda para 14 vagas pra DEZ 19, é assim que se chegará a 70%, porém essa porcentagem poderá ser atingida pela T 93 após as 3 promoções da turma 93, pois dentro dessas vagas poderão ser promovidos militares de turmas anteriores ou seja 92, 91,90 etc…, não são vagas exclusivas da T 93, as vagas são calculadas em cima da turma da vez nesse QA a T 93, para JUN/DEZ 20 e JUN 21 as vagas serão calculadas em cima da T 94 e assim por diante”.

Lembrou de quem?  –  Presidenta Dilma Rousseff? Então curta, compare e divirta-se!

 

ABAIXO QUESTIONAMENTO APRESENTADO A OUVIDORIA DO DGP  –  (Subtenente a Ouvidoria)

Pergunta postada no Blog: “A referida solicitação se dá pelo quantitativo e forma de cálculo aplicada para as promoções de 1º de dezembro de 2018, para o Quadro Auxiliar de Oficiais, que resultaram no total de 118 (cento e dezoito) militares para serem promovidos.
Ao analisar o conteúdo da Portaria nº 322-EME de 17 AGO 2017, publicada no Boletim do Exército nº 34, de 24 de agosto de 2017, observa-se, que ela define a Diretriz para ingresso nas Promoções no QAO. A referida norma sistematiza e organiza os quadros, estabelece percentuais para promover, dispõe sobre efetivo de uma turma prevista para promoção, define o cálculo de vagas, especifica o limite para ingresso no quadro, regulamenta as ultrapassagens de militares de turmas diferentes, define o fluxo de carreira das turmas, adota o tempo médio de permanência nos postos e graduações e regula a Projeção para Promoções no QAO.
Pelo exposto acima, onde foi citado as normas que criaram e estabeleceram regras, critérios, condições e requisitos para Criação do Quadro Auxiliar de Oficiais, sua promoção, e equilíbrio da carreira dos militares que concorreram à referida promoção, a presente solicitação decorre da não observância do que prescreve o Art 6º e seus parágrafos, da Portaria nº 322-EME de 17 AGO 2017, publicada no Boletim do Exército nº 34, de 24 de agosto de 2017, que conforme texto transcrito abaixo, específica como será obtido o número de vagas previstas para promoção levando em consideração o efetivo existente da turma prevista (1993) para ser promovida nas oportunidades estabelecidas no Anexo B da referida norma, pois a mesma estabelece:
“Art. 6º As promoções para o ingresso no QAO são efetuadas apenas pelo critério de merecimento.
§ 1º O número de vagas de cada data de promoções para ingresso no QAO será calculado com base no efetivo da turma prevista para as promoções.
§ 2º O efetivo da turma prevista para as promoções, utilizado para os cálculos do número de vagas, será aquele existente quando da fixação dos limites quantitativos de antiguidade para as promoções da primeira etapa da turma, conforme Anexo B desta Portaria, não computados os militares:
I – julgados incapazes definitivamente para o serviço do Exército; II – em processo de reforma;
III – em gozo de licença que acarreta perda de tempo de serviço;
IV – não possuidores de certificado de conclusão do ensino médio, cadastrado no Sistema de Cadastramento do Pessoal do Exército (SiCaPEx) e expedido por estabelecimento
de ensino oficialmente reconhecido;

V – não concluintes, com aproveitamento, do Curso de Habilitação ao QAO (somente quando for requisito essencial para as promoções); e
VI – remanescentes, formados em turmas anteriores.
§ 3º Em princípio, o número de vagas será distribuído pelas etapas da turma prevista para as promoções, nas proporções de 35%, 28% e 7%, respectivamente, o que corresponderá, ao final, a, aproximadamente, 70% do seu efetivo.
§ 4º O fato de o número de vagas para as promoções ser calculado com base no efetivo da turma prevista para as promoções não implica exclusividade de promoções para os integrantes da referida turma, podendo ser promovidos militares remanescentes, conforme seus méritos.
§ 5º O cálculo do número de vagas previsto nos parágrafos acima será adotado a partir das promoções da turma de 1993.

Tendo os parágrafos 3º, 4º e 5º, reafirmado e confirmado o que determina o 1º e 2º parágrafo do Art 6º, da norma em tela, que de forma categórica, prevê que o efetivo deverá ser o existente da turma prevista para promoção.
O cálculo de 118 (cento e dezoito) vagas para Promoção ao Quadro Auxiliar de Oficiais para 1º de dezembro de 2018, não corresponde à percentagem do efetivo existente na turma de 1993, que através de consulta da turma (1993), em anexo, realizada em 20 de outubro de 2018, nas informações de pessoal do DGP, chega-se ao um montante de 459 (quatrocentos e cinquenta e nove) integrantes na ativa atualmente. Essa quantidade deve ser maior ainda, pois o Parágrafo 2º do Art 6, determina o momento que deverá ser levantado esse efetivo quando da fixação dos limites quantitativos da primeira leva da turma prevista para promoção que foi em 10 JUN 2018 conforme Portaria nº 119-DGP, 10 JUN 18 que fixa os limites quantitativos, publicado no Boletim do Exército nº 23, de 8 JUN 18, ou seja, naquela data ainda encontrava-se na ativa o S Ten Inf EVANDRO CHAVES DA SILVA (Inativo em 30 JUN 2018), S Ten Inf PAULO CÉSAR SUDATI FATURI (Inativo em 30 SET 2018), S Ten Inf ROGÉRIO DA SILVA TAVARES (Inativo em 31 JUL 2018), e o 2º Sgt Inf ANDERSON SIQUEIRA
TENÓRIO (Falecido em 8 OUT 2018) e o valor inicialmente divulgado, contraria o parágrafo 3º, pois de forma expressa, determina que aproximadamente 70% da turma prevista para promoção, atualmente a de 1993, será promovida nas proporções de 35%, 28% e 7%, ou seja, para 1º DEZ 2018 teríamos 35% de 463=162 (cento e sessenta e dois), para 1º JUN 19 um montante 28% de 463=130 (cento e trinta) e finalizando 7% de 463=32 (trinta e duas) vagas, utilizando-se os arredondamentos das frações, como determina o Parágrafo único do Art 10 da norma em tela, com um total de aproximadamente 324 (trezentos e vinte e quatro), ou seja 70% de 463 (quatrocentos e sessenta e três) militares.
Outrossim, a referida norma, a fim de especificar o cálculo de vagas, define expressamente quem não fará parte dos cálculos, conforme Incisos I a VI do Parágrafo 2º do Art 6º da Portaria nº 322-EME de 17 AGO 2017, sendo vedado qualquer entendimento, analogia ou forma que vá de encontro a referida norma, para seguir o princípio da legalidade prevista no Art 37º da CF/88, que norteia os princípios da administração pública, ou seja, só se executa o que está escrito na lei, sendo a ausência na norma entendida pacificamente e tacitamente como proibição. Dessa forma, não farão parte da conta, o incapaz definitivamente, em processo de reforma, em gozo de licença que gere perda de tempo de serviço, sem ensino médio, os remanescentes (militares formados em turmas anteriores) e os não possuidores de CHQAO (que só será aplicado em 2019), os demais todos farão parte dos cálculos das porcentagens, mesmo que sejam de graduação inferior a Subtenente, pois a

norma não os excluiu expressamente em nenhum momento, não podendo ser feito tacitamente, por ferir princípios acima citados.
Ressalta-se, ainda, que a nova sistemática prevista na norma em questão, em seu parágrafo 5º do Art 6º, prevê que essa fórmula, será aplicada a partir da turma de 1993 e as seguintes, sendo as fórmulas anteriores, como por exemplo “turma de promoção”, “levas de promoção”, não serão mais aplicadas, pela revogação tácita de qualquer entendimento anterior, como já exteriorizados em diversas apresentações realizadas pela DAProm, e a referida legislação expressamente, no Art 3º, define como uma turma é formada em seu caput, e nos parágrafos 1º (fim de uma turma de formação), 2º (ultrapassagens decorrentes de promoções de elementos formados posteriormente), 3º (deslocamentos hierárquicos) e 4º (organização hierárquica para fins de almanaque do Exército). Esse artigo, de forma clara, organiza o escalonamento vertical hierárquico, pelo simples fato que, uma vez um militar de uma turma ultrapassado, o mesmo deverá ser realocado na turma que o ultrapassou, não excluindo, de forma expressa, os militares ultrapassados do cálculo para vagas da turma, fato que se comprova pela ausência em todo seu texto.
Nesta mesma senda, se no primeiro cálculo de vagas usou-se a supressão de militares da turma de 1993, de graduação inferior a Subtenente, ou mesmo ultrapassados por turmas posteriores, esse fato ocasionará prejuízo para a turma que está prevista para promoção, pois não cumprirá o objetivo que a mesma norma, a Portaria nº 322-EME de 17 AGO 2017 em seu Art 6º Parágrafo 3º, expressamente determina que aproximadamente 70% deverá ser promovido, cumprindo os requisitos legais, e, ainda, a não utilização do efetivo existente de 463 (quatrocentos e sessenta e três) integrantes na ativa, ocasionaria que um percentual inferior a 60%, efetivamente promovido, pela aplicação errônea de valores diferentes.
Cabe frisar que a ultrapassagem de um militar por outro de uma turma posterior não acarreta a perda de sua turma de formação, passando somente a integrar a turma ultrapassante, dado que o acompanhará em toda sua carreira militar, fato que seus dados pessoais, como turma de formação no SICAPEx não se alteram, ocorrendo apenas o seu reposicionamento em Almanaque do Exército, com realocação de sua antiguidade, pois terá sua ascensão hierárquica respeitada, perante os ultrapassantes.
Ademais, a supressão de militares de graduação inferior a Subtenente, ou mesmo ultrapassados por turmas posteriores, ocasionará duplo prejuízo para eles e a turma, pela oferta menor de vagas, contrariando dispositivo acima citado e, quando da promoção da turma posterior, os mesmos não poderão concorrer com a turma de 1994, pois o Inciso VI do Parágrafo 2º do Art 6º da Portaria nº 322-EME de 17 AGO 2017, define que remanescentes não farão parte da base de cálculo

da turma de 1994, ou seja, reduzirão a oferta de vagas para 1993 e aumentarão os militares que concorrerão nas turma subsequentes, criando um excedente de militares não promovidos e uma ausência de vagas. Assim, esse bloco da turma de 1993 ficará em uma espécie de suspensão temporal, não farão parte da contagem de sua turma de origem e nem poderão fazer parte de nenhuma turma posterior, sem que a norma tenha determinado isso.
Por fim, diante dos fatos alegados, este referido militar solicita que seja revista a forma de cálculo, e retificada a Portaria de vagas para promoção em 1º de dezembro de 2018”

28 comentários em “DGP responde, “a la Dilma”, sobre os 70% de promoções da Port. 322 – EME

  • 30/11/2018 em 09:11
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    Caros incompetentes e criminosos oficiais do EME, DGP e DAProm. Vocês acham que seus subordinados são idiotas? burros? sem estudo? muitos de nós já somos formados, como eu formado em Direito. Vocês cobram legalidade e moralidade a vida inteira de nossa carreira; cobram de seus subordinados, mais não o fazem. Agem criminosamente roubando direitos de seus subordinados e seus familiares e acham que estão imunes? Deus que é o grade juiz não aceita Medalha no Pacificador, Diplomas e Jantares. Continuem achando que estão acima da Lei e que vivem em um mundo separado da realidade.

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  • 30/11/2018 em 09:27
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    Ou seja, a confusão é tão grande que nem eles sabem explicar direito… Seguem prejudicando os militares mais antigos e beneficiando os mais modernos… Só porquê não querem admitir que estão erradissimos.

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  • 30/11/2018 em 09:28
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    Juro que continuo não entendo nada. O DGP tenta explicar o inexplicável.

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  • 30/11/2018 em 09:54
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    Isso dá um nó no cérebro. Acho que nem a Dilma entende.

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  • 30/11/2018 em 10:00
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    A verdade é se DAPROM não sabe calcular as vagas as turmas de promoção…. o que fazem durante as comissões de promoções durante o expediente… que Gráfico fantasioso é esse que ninguém entende e engana os Praças. ISSO TEM QUE SER CLARO…PARA COM ESSES OS ENGODOS SUBLIMINARES.

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  • 30/11/2018 em 10:29
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    É senhores, agora vamos começar a conhecer os militares, através do Governo Bolsonaro.
    O que fazem com às Praças do Exército é uma vergonha. Não existe lei para definir a carreira desses graduados, evidentemente, para que vivam sobre a rédea curta, pois quando bem entendem, mudam portarias, para satisfazer interesses escusos.
    Não promover uma parcela de subtenentes por antiguidade, é ilegal, imoral, e engorda ações na justiça.
    Entretanto, o judiciário brasileiro, com medo ou conivência, faz vista grossa, aos desmandos do DGP/DAProm.
    Mesmo assim, muitas ações estão sendo favoráveis aos Preteridos, que claramente, são postos nesta condição, não por falta de qualificações, mas por terem, em algum momento da carreira, ter magoado algum Comandante de Organização Militar.
    Esses Comandantes, muitas vezes, usam da arbitrariedade e do poder discricionário, para fazer ó que bem intendem, e quando afrontados, perseguem até o final da carreira os subtenentes.
    Existe nas Organizações Militares corrupção, abuso de autoridade, ameaça, assédio, e por aí vai; ou os senhores acham que os militares são perfeitos?
    Até quando? Um dia, se Deus quiser, a casa cai!

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  • 30/11/2018 em 16:23
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    Outro dia numa reunião o meu comandante veio com esse papo de quem não é promovido é quem não fez por merecer e quis comparar a nossa promoção com a dos generais. Pedi permissão para falar e disse que ele estava equivocado porque generalato é por escolha e puxa-saco sem cursos nunca será escolhido ao contrário dos QAO onde os bajuladores saem na frente. Todos que entram na AMAN já sabem que só alguns sairão generais ao contrário dos sgts que quando entram já sabe que muitos sairão QAO, são expectativas diferentes. São duas situações distintas que não cabem comparações. Aí eu disse será que 30 anos de bons serviços prestados e no comportamento EXCEPCIONAL não daria mérito suficiente para o ST ser promovido? Será que uma média acima de 8,0 no CHQAO não habilitaria o ST a ser promovido? Será que as exigências não estão sendo tão exageradas e injustas com os ST que já deram o sangue para a instituição? Ele me respondeu que o comando do EB não entende assim.

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    • 30/11/2018 em 23:57
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      Infelizmente é assim mesmo, meu caro. Já estou com 26 anos de sv e não tenho expectativa quanto a promoção à QAO. Somente aqueles que agradam a “corte” ou aos senhores da “casa grande” é que receberão os louros das estrelas no lugar do losango, dando capote em turmas mais antigas. Espero que nos próximos anos acabem com essa promoção, já que não beneficia ninguém digno à ela e acaba com a frustração de ST ficar depressivo por não galgar a tão sonhada promoção ao QAO.
      Isso nunca irá mudar….

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    • 02/12/2018 em 06:55
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      Seu comandante é um idiota…..o EB não entende assim e não entende de leis.

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  • 30/11/2018 em 20:12
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    Mas um ano triste para muitos.
    A justiça um dia vai prevalecer.
    Que DEUS ilumine nossos caminhos.

    Marcelo Matos (Peninha)

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  • 01/12/2018 em 08:59
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    Bando de oficiais abusados e indiferentes aos abusos que cometem contra os praças.

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  • 01/12/2018 em 17:39
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    AFINAL SÃO 80% OU 70%? ALGUÉM SABE?

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  • 01/12/2018 em 18:02
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    Portarias ilegais, obscuras, pontuação rolha da CPQAO, interferências indevidas, falta de transparência, tudo isso leva a insegurança jurídica do processo. Ainda assim nada muda, isso indica que os responsáveis apostam na impunidade.

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  • 02/12/2018 em 16:38
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    Eu acho que essas promoções ao QAO deveriam ser por concurso interno entre os Subtenentes que tem o interstício, isso acabaria de vez com essas normas complicadas. A valorização do mérito e as fichas de avaliações (conceito) poderiam entrar para a composição do cálculo final da nota.

    Ex:
    nota do concurso = 8
    conceito= 9
    Ficha de valorização do mérito= 90 divide por 10 = 9

    Total= 8+9+9= 26
    divide por 3= X,yzh

    Certamente não agradaria a todos, mas diminuiriam bastante as sensações de injustiça.

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  • 03/12/2018 em 03:27
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    Srs da DGP/DAPROM, sejam coerentes consigo mesmos! TAF e TAT E, Medalhas Militar e Corpo de Tropa OURO, Curso Superior, CHQAO, comportamento E, alguma medalha ou habilitação linguística, uma vida e juventude devotada à Pátria…. o que querem mais? A MAIORIA não alcança isto! Nem mesmo vocês da comissão!! E tem mais: detonem aquele “livro preto-caveirinha” RIDÍCULO no qual são anotadas faltas, mágoas, queixas, máculas na carreira do militar! Isto é ARBITRÁRIO, lesivo, ABUSO DE AUTORIDADE, falta de caráter e traição com seus STen antigos, que não sabem o porquê de sua não promoção! Essa palhaçada também se chama CORRUPÇÃO! JÁ houveram muitas promoções ilícitas e indevidas! VOCÊS vão pagar pra ver daqui há pouco alguém jogar m…. no ventilador e gerar um ESCÂNDALO maior ainda nessa DGP/DAPROM??? SE ainda honram nossos patronos seria de bom alvitre corrigir as ilegalidades e crimes que foram cometidos e no mínimo promover os PRETERIDOS que foram injustiçados, pois parte desses militares e chefes de família tem seu direito à promoção reconhecido pois a própria sistemática É FALHA, então reconheçam, e ao menos minimizem a …. que fizeram!! DEPUTADO HELIO BOLSONARO, e PRESIDENTE BOLSONARO nossas famílias contam com sua boa vontade! BRASIL acima de tudo! DEUS acima de todos!

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  • 03/12/2018 em 17:51
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    BANDO DE FDPP, BRINCANDO DE TIRAR DIREITOS DE PRAÇAS ANTIGOS, SÃO INCOMPETENTES POR SÃO INCAPAZES DE ESTABELECER UMA REGRA JUSTA E TRANSPARENTE. UM DIA A CASA CAI..

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  • 04/12/2018 em 17:49
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    SE NEM ELES SABEM QUAL É A REGRA QUE ESTÁ VALENDO, ISSO SIGNIFICA QUE SOMOS BRINQUEDINHOS DELES, TOTAL FALTA DE RESPEITO COM O PRACINHA.

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  • 04/12/2018 em 22:29
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    Como vocês acham que estão pagando essas indenizações? LE, férias acumuladas mais 2 vezes, transferências de oficiais a cada 2 anos. Bastar observar os boletins de movimentações, vários com menos de um ano de QG aproveitando desse sistema obscuro, que serve apenas para beneficiar os estrelados de AMAN.

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  • 05/12/2018 em 07:33
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    Exército anda na contramão em relação a Marinha e Aeronáutica na ausência de Lei para o cargo de Praça das F.A.
    Fico pensando – “mas que diabos estas pessoas acham quê o cargo de Praça é no Exército?!”
    Basta! Tem que ser editada URGENTEMENTE a Lei p o cargo, pois hoje só existe Lei q regula a promoção somente do cargo de Oficial das F.A. lei 5.821/72, isso é um tapa na cara de um operador do Direito quando lê isso, seja advogado, juiz ou desembargador ou um procurador. As carreiras ñ são sequer separadas p efeito de remuneração, uma é totalmente pendurada debaixo da outra, embora completamente separadas em relação às atribuições dos cargos – como “Direitos e Deveres” – estes são bem definidos e distintos uns dos outros. Essa discrepância e inexistência legislativa é SURREAL nos dias de hoje!
    A fala popular vê-se que é real ao se referir aos Praças:
    – Esses q chegam p uma GLO ou matar mosquitos ou construir uma ponte ou para uma intervenção federal, etc são os PAUS PRA TODA OBRA!
    Esses militares tem uma carga horária muito distinta do cargo de Oficial! São incalculáveis horas a mais q sequer são computadas para nada, nem para aposentadoria, nem para pecúnia! Mas foram lembradas por algumas pessoas ao dizerem para a MÍDIA sobre a questão da Reforma Previdenciária que:
    – Senhores, o militar trabalha em média, no mínimo 15 anos a mais q os 30 anos previstos p aposentadoria! Só faltou dizer de qual cargo, de Oficial ou de Praça?! Estas palavras foram proferidas não só por civis no governo federal mas da boca de vários oficiais generais! Chega a ser uma afronta e total desrespeito à inteligência dos graduados!
    Impossível conviver com essa realidade existente dos nossos tão valorosos soldados, cabos, sargentos e suboficiais.
    Ou os Poderes constituídos exerçam o seu dever Constitucional para com estes cidadãos ou convivam com mais uma mazela de descrédito nacional e internacional em relação a como tratam suas Forças Armadas !!!

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  • 05/12/2018 em 10:35
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    Infelizmente, o CHQAO não vale nada, 30 anos de serviço não vale nada, a experiência não vale nada, o comportamento EXCEPCIONAL não vale nada e os requisitos básicos para o ingresso no QAO também não valem nada. O que é que vale então? apadrinhamento? bajulação? ganhar medalhas sem méritos? ser amigo do rei? Se for assim não sairei QAO, pois eu sou um ST galo cinza e não paparico oficial.

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  • 06/12/2018 em 21:22
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    Essa Comissão de babacas tem que ser extinta.

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  • 07/12/2018 em 02:57
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    Só decepção neste exército mesmo, o ST mais moderno da minha OM foi indicado para ganhar a medalha do pacificador enquanto isso o ST mais antigo e preterido 6X ficou a ver navios. Uma falta de consideração total do comandante com o mais antigo que é muito mais competente e versátil que o mais moderno. Pelo que vi tudo foi uma questão de empatia e não de mérito como deveria ser, dá nojo de ver isso.

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  • 07/12/2018 em 10:17
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    Sirvo em Brasília, aqui todo mundo ganha medalha, porque será que ninguém ganha medalha em outros locais onde a vida é mais difícil? Pra mim as medalhas só deveriam ser concedidas a quem realizou um feito inédito ou seja para quem tivesse mérito de fato. Do jeito que está é desleal e injusto. Conheço STs no HCE onde servi que são heróis, que trabalham na assistência de enfermagem salvando vidas, às vezes, sem recursos, tirando plantão dia e noite com uma responsabilidade enorme, Os caras não tem reconhecimento nenhum pelo belo trabalho que exercem. Já aqui em BSA vejo uns STs babões que ganham medalhas sem tirar a bunda da cadeira, no ar condicionado e nem TAF fazem. Aí vem escrito no BI “pelos relevantes serviços prestados ao EB”. Pura palhaçada.

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  • 07/12/2018 em 13:32
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    ESSA PALHAÇADA DE CP QAO É UMA VERGONHA!

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  • 07/12/2018 em 18:45
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    O verdadeiro culpado é o nosso Cmt Ex. Fica bajulando políticos e esquece de seus soldados. Poderia deixar um legado de patriotismo dentro da caserna, para ser lembrado como um Comandante de realmente ajudou os praças.

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  • 07/12/2018 em 21:44
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    Conheço STs excelentes que botam a mão na massa de verdade, são pragmáticos, trabalham sempre a frente dos seus subordinados, mas militares com esse perfil não tem valor nenhum no exército. Já os babões que andam com cabelo cortado, bem apresentado que vive cortejando o chefe este tipo sim tem o seu “valor” no exército.

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  • 08/12/2018 em 00:35
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    Quem só trabalha não tem valor nenhum no EB, agora quem bajula a chefia, serve cafezinho ao comandante, quem não discute as ordens absurdas e quem elogia o chefe. Esse sim sai promovido, ganha medalhas, ganha transferências e ainda é bem visto pelo comando.

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