Forças Armadas não têm Poder de Polícia no RJ – Que Intervenção é essa?

Intervenção sem Poder de Polícia, sem destituição do Governador Pezão e Cúpula da Segurança Pública – Quais serão os Resultados?   

BRASÍLIA — O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro não dará às Forças Armadas o poder de polícia. O interventor é o general Walter Souza Braga Netto, do Comando MIlitar do Leste do Exército, com sede na cidade do Rio. Pelo decreto da intervenção, ele comandará os órgãos de segurança pública fluminenses, como a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros, que continuarão com suas atribuições.
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INTERVENÇÃO SERÁ SUSPENSA DURANTE A VOTAÇÃO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Até que ponto, verdadeiramente, a Intervenção Federal no Rio de Janeiro não passa de Marketing, do impopular Presidente Temer, para  aprovação da Reforma da Previdência, especialmente na conquista de votos da chamada “bancada da bala”?

Há quem disserte que a jogada de Temer fará com que melhore os seus índices de Aprovação e assim tenha palanque forte nas Eleições de 2018.

NÃO HÁ INTERVENÇÃO MILITAR E SIM COMANDO DA SEGURANÇA PÚBLICA PELOS GENERAIS

Dos holofotes passados por tantos atores: Presidentes da República e Câmara dos Deputados, Ministros, Comandante do Exército e Generais, o que há de concreto é que o General Interventor tem Poderes para Reestruturar as Polícias e suas atividades, bem como determinar Operações de GLO – Garantia da Lei e da Ordem, sem subordinação a planejamentos da Secretaria de Segurança Pública do Rio.

 

 

 

6 comentários em “Forças Armadas não têm Poder de Polícia no RJ – Que Intervenção é essa?

  • 17/02/2018 em 13:20
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    O medo dos políticos tomarem o poder impressiona; de tal modo como a falta de garra e amor próprio dos generais.

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  • 17/02/2018 em 14:18
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    Como, não dar o poder de polícia, para as forças armadas brasileiras …. Isso é o cúmulo do absurdo, nota-se que mais uma vez, o crime organizado comanda o pais, só espero que não coloque a, culpa do fracasso da missão, nas forças armadas, pois ainda vai permanecer o comando do crime organizado

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  • 17/02/2018 em 14:21
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    Essa intervenção fajuta é para o governo ganhar tempo, pois ainda não tem votos suficientes para aprovar a reforma da previdência. Com a intervenção não poderá haver votação. Tão logo consiga os votos que precisa, nosso amado presidente irá suspender essa intervenção fuleira.

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  • 18/02/2018 em 05:12
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    É uma espécie de “polícia moral”. Tô fora!!!
    A verdade é que puseram os militares pra salvar o próprio temer e não o povo do Rio de Janeiro

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  • 18/02/2018 em 12:12
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    Essa questão não é tão simples quanto parece… Muito mais que o poder de polícia a PM e PC detém o DEVER de polícia, ou seja, a obrigação e a responsabilidade de agir caso seja acionada ou veja algum ilícito.

    Será que os militares do Exército estão preparados para receber uma demanda para atuar em casos de brigas de ruas, trombadinhas, acidente de trânsito, etc.

    Nem durante o período militar as FFAA tinham o poder de polícia. Mas isso não significa que não podem prender, podem sim, em caso de flagrante delito, assim como qualquer um do povo também pode.
    Você, militar do EB, gostaria de ter a obrigação de atender uma ocorrência de briga de rua e ter que levar os brigões para a delegacia e ficar lá aguardando a boa vontade delegado para lhe atender ?
    É melhor que essa bucha continue com as polícias !, não acham ?
    Não existe o PODER sem o DEVER.

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  • 18/02/2018 em 14:07
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    SEM PODER DE POLÍCIA ESSA INTERVENÇÃO PELAS FFAA SERÁ UM FRACASSO E DESPERDÍCIO DE TEMPO.

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