O QUE MUDA NO COMBATE AO CRIME NO RIO DE JANEIRO COM A FORMAÇÃO DE FORÇA TAREFA FEDERAL?

Respostas do Ministério da Defesa ao Blog

 

FORMAÇÃO DE GRUPO ESTRATÉGICO

O Blog obteve resposta oficial da Assessoria de Comunicação Social – ASCOM, do Ministério da Defesa, no tocante a formação de força tarefa ou grupo estratégico pela Procuradora Geral da República, Raquel Dodge. Segue, “Ipsis Litteris”, a resposta: A criação do Grupo Estratégico pela PGR é formado por um procurador regional e quatro procuradores da República, para atuar no combate aos crimes de tráfico internacional de drogas, armas e munições, além da lavagem de dinheiro, decorrente dessas atividades criminosas”.

EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS

O Ministério da Defesa também se manifestou no tocante ao emprego ou modo de atuação das Forças Armadas, com a formação da força tarefa federal. Eis, “Ipsis Verbis”, a manifestação do MD: “O emprego das Forças Armadas no estado do Rio de Janeiro continua a vigorar de acordo com o decreto assinado pelo presidente da República, no dia 28 de julho de 2017, em apoio às ações do Plano Nacional de Segurança Pública”.

O MINISTRO DA DEFESA E COMANDANTES MILITARES COM A RAZÃO

Ainda que tímida, lacônica e evasiva, tenha sido as respostas da Assessoria de Comunicação Social – ASCOM, do Ministério da Defesa, entendemos que o Ministro da Defesa, grande mentor para à efetividade dessa ação, tem razão em comemorar. Raul Jungmann, verdadeiramente se mostra preocupado em buscar soluções à Guerra Civil que se encontra o Rio de Janeiro, e a muito, juntamente com os Comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica, demonstra descontentamento com o emprego das Tropas Federais, como Força Auxiliar nas Operações Conjuntas com os órgãos de Segurança Pública do Rio de Janeiro, face, especialmente, as irresponsáveis afirmações do Secretário de Segurança Pública do Rio, que “preferia verbas à ajuda das Forças Armadas”, além de culpabilizar às Tropas Federais pelos inexpressivos resultados das vultosas operações.

PROVÁVEIS MUDANÇAS

O possível emprego conjunto com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal ou de forma isolada, em cumprimento a mandados determinados por Juízes Federais, especialmente, para apreensão de Armas de grosso calibre, entendemos como as possíveis mudanças no emprego das Forças Armadas, que propiciará resultados significativos, além, da já tão festejada, garantia jurídica trazida nas Operações Garantia da Lei e da Ordem – GLO, com a sanção presidencial da Lei 13.491, de 13 de outubro de 2017.

2 comentários em “O QUE MUDA NO COMBATE AO CRIME NO RIO DE JANEIRO COM A FORMAÇÃO DE FORÇA TAREFA FEDERAL?

  • 30/10/2017 em 20:30
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    Tenho a sensação de que essa situação do Rio nunca vai ser resolvida.

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  • 31/10/2017 em 21:18
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    Moro no Rio a quinze anos, e no meu humilde entendimento, o problema de violência no Rio vai muito mais além do tráfico de drogas e de armas.
    A corrupção está enraizada na grande maioria das grandes instituições públicas e privadas, a favelização é um ótimo negócio para muitos políticos, empresarios, ONGs, etc.
    A impunidade, as legislações obsoletas e pe permissivas contribuem muita para o nível de violência que assola o estado do Rio.
    No meu entendimento, essa força tarefa não produzirá os resultados esperados e fragilizada a imagem das forças armadas.

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