Sujeira e incompetência? 1º Tenente QAO é despromovido e regride a Subtenente

TRABALHOS MAL REALIZADOS – INDÍCIOS CLAROS DE DESVIOS OU CRIMES

Há muito tempo já se questiona a legalidade dos trabalhos da DAProm – Diretoria de Avaliação e Promoções e, sobretudo, das Comissões de promoções, especialmente das CP-QAO – Comissão de Promoções ao Quadro Auxiliar de Oficiais, com processos regidos pela falta de publicidade – aos porões, sustentado pelo sigiloso e discricionariedade que, sem dúvida, permite o cometimento dos mais diversos abusos.

CP-QAO DEVE PEDIR PARA SAIR – TENENTE DO QAO DESPROMOVIDO APÓS 4 ANOS

A DAProm e CP-QAO, insistentemente informa ao seu público, aos Magistrados, nos processos judiciais, e Procuradores do Ministério Público, que os processos de promoções são realizados dentro da legalidade, porém, a cada novo fato, fica latente que os erros ou indícios de crime são diversos.

O Diário Oficial da União, que publicou a despromoção de 1º Tenente QAO regredindo a graduação de Subtenente, após 4 anos do ingresso ao QAO, demonstra que às comissões de promoções tem realizado uma série de arbitrariedades que, invariavelmente, causa desgaste a imagem do Exército Brasileiro, uma vez provada as arbitrariedades a cada processo, destruindo diversas famílias, promovendo a descrença e desmotivação das Praças do Exército Brasileiro.

Segundo fonte, o militar a época da promoção a 2º Tenente QAO, estaria sub-júdice, situação essa que inibiria a sua ascensão profissional.

COMO FICA A SITUAÇÃO DO TENENTE DESPROMOVIDO – HÁ LEGALIDADE NO ATO DO DGP?

Insurge observar que a situação do agora Subtenente é totalmente desconfortável e demonstra a monstruosidade dos atos dos gestores de promoções de militares do Exército Brasileiro. Demonstra-se desdém com a Instituição de maior credibilidade do País, bem como com a família militar.

Evidente que o militar despromovido vai se insurgir contra a Administração do Exército, uma vez que o ato provocará mudanças significativas a vida dessa família, especialmente no que diz respeito a saúde, educação, finanças e, sobretudo, no convívio diário no quartel e vila militar.

O militar despromovido servirá de chacota, perante toda a sua Organização Militar, para não dizer a todo o Exército. Se sentirá humilhado e ultrajado e, sem embargo, as sequelas ou feridas, não serão curadas.

QUEM SÃO OS AGENTES CULPADOS? RESPONDERÃO NA ESFERA PENAL E FINANCEIRA?

Segundo fonte, o DGP – Departamento Geral do Pessoal, nada, absolutamente nada fará em relação aos componentes da CP-QAO, incluindo o seu Presidente (General) e o Comandante do militar, a época.

Quem custeará os prejuízos sofridos e os que, por ventura, venha sofrer a União? Em verdade, essa despromoção não subsistirá a um mero processo judiciário, com lide desenvolvida por um acadêmico de direito do 4º semestre, observado o ato jurídico perfeito, a segurança jurídica e os princípios afetos a nossa constituição, como a dignidade humana, além do claro descumprimento da Lei 9784/89, que versa sobre atos da administração.

SÃO INÚMERAS AS ILEGALIDADES COMETIDAS PELAS COMISSÕES DE PROMOÇÕES – OUTROS MILITARES TAMBÉM SERÃO DESPROMOVIDOS?

Generais, se for para aplicar processos de despromoção, os senhores devem entender que são muitos casos, vejamos: militares incapazes para o serviço do Exército que foram promovidos; militares pontuados sem ter realizado as atividades de mérito – segundo o próprio Exército; outros promovidos com diversas cadeias ou prisões disciplinares, inclusive não anuladas pelo Comandante do Exército, por ferir a Honra e o Decoro militar; militar que passou décadas afastado e é promovido administrativamente, isso sem cogitar a tantos outros com pouquíssimo mérito que foram promovidos, enquanto milhares com carreira ilibada não ascenderam ao oficialato – Isso é uma vergonha!

E O CAPITÃO PROMOVIDO ATÉ CORONEL, EXPULSO PELO STM POR ESTUPRO DE VULNERÁVEL – ALUNA DE COLÉGIO MILITAR?

Rogo que nesses últimos meses de Comando do General Villas  Boas, esse tenha a lucidez, a clarividência que deve sim, tornar público todo o processo de promoções no Exército, doa a quem doer, e acabar com esses desmandos que macula a imagem da Força Terrestre.

Nota do Editor: parabéns ao STM – Superior Tribunal Militar que, sem embargo, não tem dado guarida a militares corruptos, ladrões, estupradores e traficantes, expulsando-os das fileiras do nosso amado Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira.

53 comentários em “Sujeira e incompetência? 1º Tenente QAO é despromovido e regride a Subtenente

  • 13/07/2018 em 15:12
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    Simplesmente ridículo, é assinar a incompetência!

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    • 15/07/2018 em 14:34
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      Não podemos esquecer da ILEGAL Portaria 419-EME, de 2017. Impôs inúmeras ilegalidades aos Dentistas, QCO e Farmacêuticos.

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      • 16/07/2018 em 08:52
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        Entrem na Justiça senhores oficiais Dentistas, QCOs e Farmaceuticos…….agora o senhores sabem o que passam os subs que não saem QAO, sendo que a situação dos Subs são piores.

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  • 13/07/2018 em 15:20
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    Se a promoção ocorreu de forma irregular, deve-se apurar responsabilidades e, não havenfo folo ou má-fé pir parte do Tenente, não há que se falar em despromoção.

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  • 13/07/2018 em 15:57
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    O ato de promoção foi ilegal, se restar provado que o militar estava sub judice, na época da promoção, contudo quanto ao ilícito da promoção quem responderá? Aquele(es) que deu(ram) a canetada não responderá (ão)?!?!
    Há de se medir se o militar, depois de passado o óbice, não seria promovido. Aí, com certeza, a administração falará que não.
    São as atrapalhadas dignas de amadores.
    Enquanto isto, outros aptos à promoção são preteridos.
    A perda para o militar despromovido desde a até a de cunho moral, uma vez que será alvo de comentários maldosos, na instituição, particularmente, onde serve.

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  • 13/07/2018 em 16:12
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    Gostaria de ver essa agilidade quando da promoção dos preteridos que injustamente foram perseguidos ou mesmo não conheceram nenhum general para o promover.

    Pergunta-se, quem arcará com a cagada de pau da CP-QAO?

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  • 13/07/2018 em 17:22
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    Na realidade o Militar foi promovido sub judice em 1º de Dezembro de 2014, deveria ter sido promovido a 1º Tenente em Dezembro de 2016; mais entre a promoção de 2º e 1º o Exército acordou para a situação dele Sub Judice. A responsabilidade de promover sub judice é da DAProm e CPQAO……como fica o militar que não foi promovido por causa deste? Tudo isso ocorre por causa deste IMUNDO PROCESSO SIGILOSO E DISCRICIONÁRIO DE PROMOÇÃO A QAO. Outra coisa, vários oficiais cometem as mais diversas barbáries e são promovidos sub judice, porque não retroagem as promoções deles também?

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  • 13/07/2018 em 17:29
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    O diabo faz a panela mas não faz a tampa!
    A incompetência e os vícios da DAPROM são tão claros não podem controlar.
    Promovem quem não dé vem, mudam interticios, pontuam sem transparência e muito mais!
    Estão colhendo todo mal que plantam! AINDA BEM QUE O ÍNDICE DE CONFIANÇA DO EB não inclui Vcs, pois para nós é ZERO.

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  • 13/07/2018 em 17:38
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    Despromover e declarar em Diario Oficial da Uniao e assinar embaixo que a DAProm e a CPQAO erra e este processo nunca poderia ser sigiloso.

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  • 13/07/2018 em 18:03
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    Tinha um Ten Cel (Cmt) na minha OM que estava sub judicie e foi promovido a Cel, depois publicaram que foi promovido indevidamente, porém não foi despromovido, ou seja é Cel e recebe como tal.
    Pela Lei não existe despromoção, ainda mais por erro administrativo, ou seja mais uma ilegalidade do nossos gloriosos Generais.

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  • 13/07/2018 em 18:27
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    Saudações a todos do Blog!

    Deve ser uma situação muito desagradável para qualquer militar ser despromovido ou rebaixado. Eles não usaram essa palavra rebaixado porque não está previsto, salvo outro juízo. Mas na prática o que houve com o companheiro foi isso.
    Outrossim a anulação da promoção do 1º Ten Nascimento lança luz nos meandros da malfadada Sistemática de Promoções ao QAO controlada pela Diretoria de Avaliação e Promoções (DAProm), onde existe ainda se perpetuando uma Comissão de Promoções ao QAO, onde se decide quais os subtenentes que devem a cada semestre ser promovidos.
    O caso do cidadão José Carlos da Silva Nascimento é um dos muitos casos semelhantes que muitos subtenentes questionam na justiça, porque muitos subtenentes saem promovidos na frente de outros mais antigos e com mais méritos??
    Creio que é oportuno clamarmos aqui informalmente ao Comandante do Exército acerca da necessidade de que se altere os procedimentos sem transparência e motivação (Lei 9.784/99) da Comissão de Promoções ao QAO, onde de maneira incessante e durante muitos anos tem feito quebrar a hierarquia dos praças, quando subtenentes de turmas mais modernas são promovidos à revelia da Constituição Federal e do Estatuto dos Militares (Lei 6.880/80), à frente de subtenentes mais antigos, fazendo com que estes subtenentes preteridos tenham o mesmo sentimento de humilhação que deve estar sentindo o agora Subtenente Nascimento.
    Espero que o General Villasboas corrija essas afrontas que a cada semestre é feito aos subtenentes, onde são promovidos subtenentes mais modernos, muitos com méritos, mas muitos nem tanto. Será um ato de nobreza e de hombridade que o Comandante do Exército fizesse tal correção, pois a cada ano, centenas de subtenentes pedem a reserva, descrentes da seriedade e valor com que são tratados os praças concursados da Instituição. Digo mais, seria ato de bom senso, pois da mesma forma que o direito ao requerimento da pecúnia da Licença Especial foi regularizada, tendo em vista que centenas de processos foram ganhos na justiça federal, inclusive o meu para que se pague a devida pecúnia, também estão se avolumando centenas de processos requerendo a promoção e a indenização de dano ao militar.
    Porque esperar que a Justiça civil federal que é morosa e algumas vezes parcial determinar ao EB que cumpra a legislação e faça valer a justiça individualmente?
    Porque perpetuar com essa desleal e obscura legislação de promoção causando cada vez mais angustia aos valorosos e honrados subtenentes?
    Porque não fazer uma legislação semelhante a dos oficiais onde não se quebre mais a hierarquia?
    São muitos questionamentos informais através deste Blog que faço ao nosso honrado Comandante do EB, mas que são necessários tendo em vista se aproximar a data de sua passagem de Comando.

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    • 15/07/2018 em 20:28
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      Sábias palavras. Desculpe desanimar, mas ELES não estão preocupados com as nossas famílias. O Exército sempre em primeiro lugar, pois para ELES sempre o melhor é colhido. Praça nunca terá respeito, mesmo com os nossos cabelos brancos e experiências ao longo do tempo, sempre seremos os servos. Com relação ao nosso Cmt, acredito que estão (EME) aproveitando da situação lamentável que está passando, fazem esses estudos que apenas servem para prejudicar nossa classe.

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  • 13/07/2018 em 19:22
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    Só fizeram isso porque o QAO NÃO É CONSIDERADO OFICIAL… Já ouvi diversas vezes isso dentro do quartel… De Tenente a General… Até mesmo de R/2… E agora ?? O que será desse militar ?? E as gozações e chacotas que será alvo ???
    O erro não foi só dele, foi principalmente da DAPROM… E seu processo de promoção sem transparência, sigiloso, onde os peixes vem em primeiro lugar, tendo merecimento ou não é só depois vem os militares da vala comum… Esses sim são possuidores de merecimento…
    E os oficiais da AMAN que entram subjudice e continuam sendo promovidos sem problema algum…. DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS… TRISTE ISSO..

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  • 13/07/2018 em 21:28
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    É o fundo do poço da incompetência. E o ser humano? Torço para que o militar não cometa uma besteira. Revoltante. Nojento. Fazem merda e jogam para os outros. Vergonha do VO.

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  • 13/07/2018 em 21:56
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    Não consigo mais sequer me admirar pelos graves equívocos administrativos que vejo no Exército. Fomos treinados para agir com honradez e os atos administrativos que sequer são revisados
    Juridicamente, parecem fazer parte de um processo gradual de desvirtuamento moral sem histórico. Lamentamos a pequenez mentes desumanas….

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  • 13/07/2018 em 21:59
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    Não consigo mais sequer me admirar pelos graves equívocos administrativos que vejo no Exército. Fomos treinados para agir com honradez e os atos administrativos que sequer são revisados
    Juridicamente, parecem fazer parte de um processo gradual de desvirtuamento moral sem histórico. Lamentamos a pequenez mentes desumanas….

    Resposta
  • 13/07/2018 em 22:21
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    Lamentável, triste e vergonhoso!

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  • 13/07/2018 em 22:23
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    Covardia! Não existe outra palavra!

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  • 13/07/2018 em 22:25
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    Esta atitude feriu de forma grosseira e covarde um dos pilares básicos que sustentam a instituição Exército Brasileiro! Imaginem na OM este ex Ten tratando com seus superiores agora que antes eram subordinados…..nunca imaginei um Cmt de OM sendo despromovido e entrando em forma para seu S Cmt…..Meu Deus tanta covardia!!!!

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  • 13/07/2018 em 22:55
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    Realmente é vergonhoso tal ato, onde o praça passa toda sua carreira rastejando até o oficialato, para tentar dá uma vida melhor as suas famílias, as vezes sendo transferidos pra guarnições sem PNR, tendo que pagar um altíssimo aluguel, onde seu CMT de BTL, tem uma excelente transferência e PNR reformado, aí me vem uma comissão de cartas marcadas onde vemos encherem militares incompetentes de pontos, deixando quem tá na ponta da lança fora das merecidas promoções.

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  • 13/07/2018 em 22:56
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    Tudo começa de forma estranha coma Constituição Federal de 1988.

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;

    Fica ainda muito confuso, com a criação do QAO que foi por decreto e não por lei, como manda a constituição federal 1988, depois tem o RIP QAO que regulamenta um decreto (84.3333/1979) e estabelece procedimentos para os militares, concede direitos e deveres que não são previstos em LEI, isso seria de competência do congresso nacional e não do poder executivo, principalmente pelo fato de estar saindo da carreira de graduado e ingressando no oficialato seguindo portanto a carreira de oficial.

    Depois temos o art 142 da Constituição Federal em que estabelece a forma do oficial, “qualquer oficial”, a perder a situação de oficial das forças armadas, não existe “despromoção”, “rebaixamento”, ou “anulação de promoção”,

    I – as patentes, com prerrogativas, direitos e deveres a elas inerentes, são conferidas pelo Presidente da República e asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa, da reserva ou reformados, sendo-lhes privativos os títulos e postos militares e, juntamente com os demais membros, o uso dos uniformes das Forças Armadas;

    VI – o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)

    VII – o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos, por sentença transitada em julgado, será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior;

    Se os militares QAO são oficiais de carreira, então estão amparados pela LEI 5.821/1972, se ele foi promovido indevidamente deve passar à situação de excedente e não “despromovido ou rebaixado”.

    “Art 41.O oficial promovido indevidamente passará à situação de excedente.

    Parágrafo único. Esse oficial contará antigüidade e receberá o número que lhe competir na escala hierárquica, quando a vaga a ser preenchida corresponder ao critério pelo qual deveria ter sido promovido, desde que satisfaça aos requisitos para a promoção.”

    Se o ato de promoção foi anulado, então todos os atos que ele fez como oficial também foram nulos, como IPM, avaliação profissional, despachos como chefe de seção, etc.

    Se os militares do QAO são oficiais devem ser tratados como tal, afinal de contas todos são iguais perante a lei e a constituição federal.

    Alguns atos podem ser delegados, outros não, na delegação ou subdelegação de competência não pode ser editado ou modificados atos de caráter normativo.

    DA COMPETÊNCIA

    Art. 11. A competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria, salvo os casos de delegação e avocação legalmente admitidos.

    Art. 12. Um órgão administrativo e seu titular poderão, se não houver impedimento legal, delegar parte da sua competência a outros órgãos ou titulares, ainda que estes não lhe sejam hierarquicamente subordinados, quando for conveniente, em razão de circunstâncias de índole técnica, social, econômica, jurídica ou territorial.

    Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo aplica-se à delegação de competência dos órgãos colegiados aos respectivos presidentes.

    Art. 13. Não podem ser objeto de delegação:

    I – a edição de atos de caráter normativo;

    II – a decisão de recursos administrativos;

    III – as matérias de competência exclusiva do órgão ou autoridade.

    PORTARIA Nº 1.700, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2017.
    Delega e subdelega competência para a prática de
    atos administrativos e dá outras providências

    Art. 2º Subdelegar a competência recebida às seguintes autoridades:

    IV – ao Chefe do EME, no que diz respeito:

    f) à criação, extinção e fusão de cursos e estágios realizados no País, bem como a sua
    suspensão e reinício de seu funcionamento;

    g) aos atos necessários à execução da Lei nº 12.872, de 24 de outubro de 2013, que cria o
    Quadro Especial de Terceiros-Sargentos e Segundos-Sargentos do EB;

    k) à normatização da sistemática dos cursos e estágios no EB, com a aprovação do
    respectivo plano, e das vagas a serem destinadas para outras OM e/ou organizações civis nacionais;

    III – ao Chefe do DGP, no que diz respeito:

    b) à regulamentação e aprovação dos QA;

    i) à promoção aos postos de oficial subalterno e intermediário nas armas, quadros e
    serviços;

    c) ao estudo e preparo de atos administrativos referentes aos processos de inaptidão em
    caráter definitivo para o ingresso e promoção no QAO, de graduados e oficiais, respectivamente,
    despachando-os diretamente com o Comandante do Exército;

    Presidente da República: competência para prover cargos públicos (CF, art. 84, XXV, primeira parte), que abrange a de desprovê-los, a qual, portanto é susceptível de delegação a ministro de Estado (CF, art. 84, parágrafo único): validade da portaria do ministro de Estado que, no uso de competência delegada, aplicou a pena de demissão ao impetrante.
    [MS 25.518, rel. min. Sepúlveda Pertence, j. 14-6-2006, P, DJ de 10-8-2006.]

    Os cargos públicos apenas podem ser criados e extintos por lei de iniciativa do presidente da República. A declaração de desnecessidade sem amparo legal não é hábil a extingui-los.
    [RE 240.735 AgR, rel. min. Eros Grau, j. 28-3-2006, 2ª T, DJ de 5-5-2006.]

    DECRETO No 84.333, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1979.

    Cria o Quadro Auxiliar de Oficial (QAO), extingue os Quadros de Oficiais de Administração (QOA) e de Oficiais Especialistas (QOE), e dá outras providências.

    Por esse decreto até praça naturalizado pode ser oficial das forças armadas.

    A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornem ilegais, porque deles não se originam direitos, ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.
    [Súmula 473.]

    LEI Nº 12.705, DE 8 DE AGOSTO DE 2012.

    Dispõe sobre os requisitos para ingresso nos cursos de formação de militares de carreira do Exército.

    A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

    Art. 1o Esta Lei dispõe sobre o ingresso nos cursos de formação de oficiais e sargentos de carreira do Exército, mediante concurso público, nos termos do inciso X do § 3o do art. 142 da Constituição Federal.

    Art. 2o A matrícula para o ingresso nos cursos de formação de oficiais e sargentos de carreira do Exército depende de aprovação prévia em concurso público, atendidos os seguintes requisitos, dentre outros estabelecidos na legislação vigente:

    I – ser brasileiro nato para o ingresso nos cursos de formação de oficiais e brasileiro nato ou naturalizado para o ingresso nos cursos de formação de praças;

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    • 15/07/2018 em 19:32
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      Infelizmente nossa JUSTIÇA é sega surda e muda,
      Não vê as ilegalidade
      Não escuta a voz dos prejudicados
      E não se pronuncia para corregir as injustiças.

      Resposta
  • 13/07/2018 em 23:38
    Permalink

    Boa noite, na sexta feira passada, observei que meu numero no almanaque havia mudado, de 12 para 13, e observei que o Sten Nascimento havia entrado na posição, estranhei tendo em vista que ele participou do meu 3o QA e já havia sido promovido, infelizmente mais uma prova da incompetência e falta de conhecimento de leis ordinarias e da Constituição Federal, o que vão alegar agora, a prova está aí da ilegalidade, existem vários Subtenentes preteridos injustiçados, entrem na justiça busquem os seus Direitos.

    Resposta
  • 14/07/2018 em 16:43
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    Até agora, só se falou da questão do merecimento, incompetência etc. Mas a verdade é que há um abismo financeiro entre Subtenente e 2 Tenente, muitas vezes o ST está com suas condições financeiras apertadas, filhos na idade de de adolescentes, enquanto um 2 Ten é um homem jovem de 23 anos, na maioria das vezes, solteiro e sem filhos… Porque o salário tem que ser tão baixo e injusto? Acredito que todos os ST desejam muito suas promoções, principalmente, pela questão salarial do que propriamente pela ascensão profissional. Talvez fosse melhor fazer uma enquete sugerindo acabar com a ascensão ao oficialato, desde que os salários fossem justos, permitindo uma vida digna a família militar.

    Resposta
  • 14/07/2018 em 17:25
    Permalink

    Fica a pergunta: Se houve a despromoção desse militar porquê não promoveram o próximo da relação em ressarcimento de preterição que não foi promovido em 1 DEZ 14?
    E se esse militar foi promovido em 1 JUN 15, faz jus a promoção a contar de 1 DEZ 14 e assim por diante, pois até 1º JUN 18, sempre haverá um militar que faz jus a promoção por ressarcimento de preterição!
    Será que esses militares terão que requerer? Na minha opinão o EB deve promover a todos sem que tenham que requerer!
    Se alguém conhecer algum desses militares lhe de a dica, pois ainda não prescreveu para requerer, lembrando são 5 anos para requerer a partir de 1DEZ 14, mesmo aqueles que passaram para a reserva.

    Resposta
  • 14/07/2018 em 17:27
    Permalink

    Fica a pergunta: Se houve a despromoção desse militar porquê não promoveram o próximo da relação em ressarcimento de preterição que não foi promovido em 1 DEZ 14?
    E se esse militar foi promovido em 1 JUN 15, faz jus a promoção a contar de 1 DEZ 14 e assim por diante, pois até 1º JUN 18, sempre haverá um militar que faz jus a promoção por ressarcimento de preterição!
    Será que esses militares terão que requerer? Na minha opinão o EB deve promover a todos sem que tenham que requerer!
    Se alguém conhecer algum desses militares lhe de a dica, pois ainda não prescreveu para requerer, lembrando são 5 anos para requerer a partir de 1DEZ 14, mesmo aqueles que passaram para a reserva tem direito.

    Resposta
  • 14/07/2018 em 17:28
    Permalink

    Fica a pergunta: Se houve a despromoção desse militar porquê não promoveram o próximo da relação em ressarcimento de preterição que não foi promovido em 1 DEZ 14?
    E se esse militar foi promovido em 1 JUN 15, faz jus a promoção a contar de 1 DEZ 14 e assim por diante, pois até 1º JUN 18, sempre haverá um militar que faz jus a promoção por ressarcimento de preterição!
    Será que esses militares terão que requerer? Na minha opinão o EB deve promover a todos sem que tenham que requerer!
    Se alguém conhecer algum desses militares lhe de a dica, pois ainda não prescreveu para requerer, lembrando são 5 anos para requerer a partir de 1DEZ 14, mesmo aqueles que passaram para a reserva tm direito.

    Resposta
    • 15/07/2018 em 09:08
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      O idiota do nada mudara…..lutemos por nossos direitos na justiça que mudara.

      Resposta
  • 15/07/2018 em 07:40
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    E o coronel Migon da 2 DE? Ninguém divulga? O cara é coronel, promovido indevidamente por estar subjudice… O subtenente é “despromovido” e o coronel não? Parabéns exército….uma vergonha trabalhar numa instituição podre que a sociedade acredita ser honesta.

    Resposta
  • 15/07/2018 em 09:36
    Permalink

    Más ele sabia que estava sub-júdice, ou não?
    Há muito mais coisas entre o céu e a terra, além da vã filosofia.

    Resposta
  • 15/07/2018 em 11:27
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    Na minha opinião com essa atitude o exército manda a seguinte mensagem: não forneçam provas para os processos contra a DAProm ou serão despromovidos.
    Com isso, de forma covarde, calam aqueles que tem provas das ilegalidades cometidas pela DAProm e que podem ser enquadrados nessa situação.

    Resposta
    • 15/07/2018 em 17:46
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      Não caiam nesta de não fornecer provas contra DAProm….é isso que eles querem. Eles querem que tememos represarias, mais eles que estão temendo, pois sabem que são uns sujos.

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  • 15/07/2018 em 12:44
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    Decisão simplesmente lamentável. Houvi anos atrás de um General que era inadmissível um subordinado processar seu comandante. Se os Cmt fossem pessoas honestas, dignas e confiáveis, isso seria desnecessário.
    Tenho vergonha de fazer parte de um Exército que exige lealdade da trota e a trata de forma covarde e discriminatória.

    Resposta
    • 15/07/2018 em 17:44
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      Concordo que é inadmissível processar um Cmt, tem de processar a pessoa, arrancar até as calças, senão quem paga somos nós mesmos através dos impostos

      Resposta
  • 15/07/2018 em 14:56
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    apenas, a meu ver, mais uma prova da falta que faz uma lei de promoções para praças, no caso promoção por portarias abre espaço para uma despromoção, uma vez que a promoção a QAO não é regulamentada em LEI

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  • 15/07/2018 em 20:52
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    Fazendo um paralelo: as regalias que temos em nossa política de forma que beneficia as ações dos corruptos, são muitas, certo? as mídias estão sempre divulgando esses absurdos: salário família, auxilio disso e daquilo, etc. Dentro do Exército não muda muita coisa: carros funcionais com motoristas; moradia com qualidade, transferências quando achar necessário, cozinheiros, etc.
    Nunca vão melhorar nossa situação, pelo menos acho difícil.
    “FARINHA E POUCO, MEU PIRÃO PRIMEIRO”

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  • 15/07/2018 em 23:11
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    E o Cel Migon de cavalaria que está na 2 RM …o caso dele e o mesmo desse Subtenente. .porque ele não foi despromovido. ..dois pesos duas medidas..será que a lei e diferente.

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  • 15/07/2018 em 23:31
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    Acredito no seguinte:
    Essa despromoção aconteceu numa tentativa de que os militares preteridos por este cidadão não tivessem seu direto garantido, já que nunca na história do EB aconteceu uma coisa dessas,ainda mais publicado no D.O.U.Acho que é cagaço mesmo de ter que tirar do própio bolso e indenizar,pois agora que o négocio ta ficando bom…..A bunda de geral ta indo para a janela e são inúmeras as denuncias e postadas nas redes sociais.Segundo um familiar que está em Brasilia disse que esses PAP(Produção Antecipadas de Provas) estão tirando o sono de geral na DAPROM.

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    • 16/07/2018 em 08:47
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      Pessoal que ainda não entrou com sua PAP (Pedido Antecipado de Provas), arrume advogado e entre. PAP serve para solicitar na justiça a documentação dos promovidos da sua QM nos QAM que você participou, para comparar com sua documentação e ver real méritos das promoções. Documentos: FVM, Ficha Disciplinar, FIPRom, Certidão com Detalhamento das pontuações de cada QAM, etc……tanto do militar que solicita com dos promovidos.

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  • 16/07/2018 em 10:52
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    Mais uma aberração VERDE OLIVA, isso monstra a fragilidade desse sistema injusto que é adotado por essa CP-QAO. Despromover um ST que foi promovido a quase 4 anos é no mínimo imoral. A DAPROM e o CMT desse militar tem participação efetiva no erro, porque só militar vai arcar com essa despesas?. ST despromovido entra com MS e garanta sua promoção. E os ST que ficaram na linha de corte entrem com seus requerimentos de ressarcimento de preterição, afinal sobrou uma vaga né? desde Dez 14 até Jun 18. solicitem o pagamento da diferença salarial, caso fossem promovidos em DEZ 14. Agora que é que vai pagar essa diferença salarial?? eu mesmo respondo ” O POVO”. Os membros dessa CP-QAO nunca são responsabilizados por seus erros. Gen Villas Boas tome uma atitude, o Sr ainda é o nosso Comandante, apesar do seu estado de saúde. Moralize essa CP-QAO dando a ela a transparência, a publicidade, a motivação, a razoabilidade e a segurança jurídica.

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  • 16/07/2018 em 18:36
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    Adorei ver esta ridicula discussão …
    Pessoal de escola que vive colocando olho na promoção dos QEs…

    A fácil de resolver isso, termina a promoção de QAO que pra mim já não tem direito mesmo pois não fez concurso para tal…

    É só fazer igual na aeronáutica concurso interno e sai Oficial direto…

    Como é bom dizer que os outros não tem direito…

    Hahahahahaha

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    • 16/07/2018 em 22:51
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      Vai estudar QE, pois o que vc ganhou foi sem concurso!

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    • 17/07/2018 em 13:30
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      Ai, bebezão! vai sugar a tua mamadeira, ou acabou o leite e vc está com a boca livre? Aqui é conversa de adulto. Só entende quem está no EB por direito e trabalha de fato e não apenas de corpo presente a espreita de uma oportunidade.

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  • 16/07/2018 em 19:13
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    St meu caro comadante cadeirante do exército, deveria ter o mesmo soldo de um aspirante! Com família e filhos em idade escolar, recebem menos que um pia ou guri, recém egresso da AMAN, que só precisa de dinheiro para tirar o atraso do sistema prisional de mentes.
    Grande maioria dos ST tem curso superior e mesmo que não tenham, tem experiência para dar e vender, mas num toque de mágica são subordinados de oficias de laboratório; digo de NPOR, ou afins, que só não mijam nas calças graças aos seus adjuntos.
    Deus não mata mas achata, não dá para ter pena de quem não faz nada pelos subordinados.

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  • 16/07/2018 em 19:25
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    Mais uma vez a DA PROM junto com a a CP QAO provou a sua incompetência na condução dos processos de promoção. Além das ilegalidades e imoralidades cometidas, ainda existem outros fatos que precisam ser investigados urgentemente pelo MPF. A Diretoria se aproveita da paralisia dos Órgãos externos de fiscalização e comete as mais diversas ilegalidades e imoralidades na condução do processo de promoção. Se o MPF quiser investigar, me coloco à disposição para esclarecer algumas coisas, já que trabalhei na Diretoria por quase 5 anos. Existe muita sujeira varrida pra debaixo do tapete.

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  • 16/07/2018 em 22:21
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    Alguém já pensou nos atos administrativos que foram assinados nesse meio tempo, todos se tornam inválidos, se o Tenente foi chefe de seção de pagamento /fusex /almoxarife ou algo assim… olha a treta.

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  • 17/07/2018 em 09:59
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    E como fica o caso do major de intendência do CM de Juiz de Fora que se envolveu com uma aluna, ele era cmt de cia de alunos, foi transferido para Campo Grande , sua mulher, funcionária do CM o acompanhou indo trabalhar no HGe , o major foi promovido ao posto de TC por ressarcimento de preterição e depois foi considerado indigno para o oficialato, se eu não estiver enganado seus dependentes recebem pensão de TC . Que EB é esse ?

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  • 17/07/2018 em 13:38
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    O que eu não vi ninguém questionando até agora é o fato da situação de “sub júdice” ser um impeditivo para a promoção. O Art. 5, inciso LVII da CF, é muito claro: “Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória”. Ou seja, não ser promovido por estar “sub judice” é absolutamente inconstitucional, uma vez que fazendo isso estariam antecipando os efeitos de uma sentença que ainda nem existe. Até mesmo para o cargo máximo de Presidente da República, Comandante em Chefe das Forças Armadas, a pessoa só estará inelegível após uma sentença condenatória por decisão colegiada. É absurdo e imcompatível com diversos princípios constitucionas, uma pessoa pode ser Presidente da República, mesmo após uma sentença condenatória por decisão monoctrática, e não poder ser promovido pelo simples fato de estar “sub júdice”

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    • 18/07/2018 em 09:34
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      Pelo visto você defende a liberação de mais de 350 mil presidiários que estão na cadeia por decisões monocráticas, a CF garante a esses cidadãos recorrer até a última instância, se o Estado não consegue proporcionar esse direito, isso não é problema do cidadão. Liberdade para todos !

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      • 18/07/2018 em 13:21
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        Uma comparação idiota em relação ao caso em questão.

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