Querem o Poder: Frente Parlamentar de Generais e Coronéis se reuni em Brasília

Nota do Editor: é triste não vê a presença de KELMA COSTA nessa reunião. Então indago, qual dessa foto teria a sua coragem para cobrar de Governo, Ministério da Defesa e Comandantes Militares – Veja o Vídeo:

Os pré-candidatos usaram frases e slogans para afirmar que trabalham com princípios de “honestidade” e “defesa dos interesses do País” cultivados nos quartéis. Bem ao estilo militar, a reunião começou pontualmente no horário marcado, com pouco mais de 30 participantes. A mesa foi composta apenas por generais, hierarquicamente superiores aos demais nas Forças. Cada presente se apresentou e os discursos, feitos sem interrupção, tinham como tema principal o combate à corrupção e o direito de militares de se candidatarem a cargos eletivos.

Mesmo ausente, Bolsonaro foi lembrado no evento, realizado em uma sala da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), na área central de Brasília. O presidenciável foi convidado, mas não compareceu – o que rendeu crítica de um dos presentes, que preferiu não se identificar. Nesta quarta-feira, o grupo pretende ir ao Congresso para se encontrar com o deputado.

O discurso mais contundente da reunião foi o do general de Exército da reserva, Augusto Heleno, que não se coloca como candidato, mas está sendo pressionado por seus pares a entrar para a política. General Heleno primeiro rejeitou a tese de que se esteja tentando formar uma “bancada militar”, justificando que não pode existir divisão entre sociedade civil e militar, e disse que considera isso “um preconceito” e “uma invenção da esquerda”.

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O general disse ainda que Bolsonaro “não é o candidato dos seus sonhos”, mas que “é o único com possibilidade de mudar o que está aí porque todos querem que se faça uma faxina no País”. Depois de recomendar que o momento não é de “olhar pelo retrovisor e ficar elogiando o regime militar, mas de olhar para frente e buscar mudanças no País”, o general Heleno saiu em defesa do pré-candidato do PSL.

O general de Exército da reserva Augusto Heleno
O general de Exército da reserva Augusto Heleno, que não é pré-candidato, é pressionado para entrar na política Foto: ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO

“Exigem do Bolsonaro o que nunca exigiram dos outros candidatos. Querem que o Bolsonaro seja a mistura de Churchill, Margareth Thatcher, Ronald Reagan, o Papa Pio XII. Essa cobrança nunca foi feita antes aos outros”, disse o general. “Bolsoraro tem defeito? Tem defeitos. Mas é o único que se apresenta hoje, pelo menos com a intenção e a possibilidade de mudar o que está aí. Daí essa grande reação ao nome dele, que está sendo até chamado de fascista, o que é um absurdo, porque quem não é de esquerda é tachado de fascista, o que ele não é, sem direito de defesa”, afirmou. Neste momento, foi aplaudido pelos colegas. Heleno disse ainda que, “ao contrário do que alguns entendem, Bolsonaro não vai poder governar sozinho e vai ter de montar uma equipe conjunta”.

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A mesa de discussão foi conduzida pelo general Girão Monteiro, pré-candidato a deputado federal pelo Rio Grande do Norte – que está atuando como organizador dos candidatos militares no País. Ele defendeu a tese que os militares “têm direito de votar e ser votado, como qualquer outro segmento da sociedade.” Segundo ele, “temos de funcionar como agentes de mudança do País”. Para o general, os militares, com esta mobilização, “estão dobrando a esquina e a dobrada é para o lado direito”.

PARTIDO DE BOLSONARO ATRAI PRÉ-CANDIDATOS

É da legenda de Bolsonaro, o PSL, que vem a maior parte dos pré-candidatos ligados às Forças Armadas – 60 deles são filiados a legenda. Dos 71 postulantes, entre militares da reserva e da ativa, há uma única mulher. A coronel da reserva do Exército Regina Moézia, de 54 anos, quer ser deputada distrital em Brasília.

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Terceira geração de militares de sua família e integrante da primeira turma de mulheres do Exército, coronel Regina diz estar acostumada a lidar com grupos majoritariamente masculinos. Mãe de um aluno da Escola Preparatória para o Exército, a coronel Regina está apostando nas mídias sociais para se eleger. Este tem sido o principal meio de comunicação dos candidatos militares – que veem na falta de recursos e na filiação a partidos pequenos e sem dinheiro um dos principais obstáculos para se elegerem.

Além do PSL, outros militares vão lançar candidaturas opr 13 partidos – PSDB, PSC, PR, PEN, PRP, PRTB, Novo, Patriotas, DEM, PHS, PROS, PTB e PSD. Várias patentes têm representantes – desde candidatos generais até coronéis, sargentos e capitães.

http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,militares-se-unem-para-lancar-71-candidatos-nas-eleicoes-2018,70002300707

 

13 comentários em “Querem o Poder: Frente Parlamentar de Generais e Coronéis se reuni em Brasília

  • 09/05/2018 em 13:28
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    Nunca vi essa cúpula de generais falar sobre isonomia para as forças armadas…kelma teve a plenitude e sinceramente falou tudo…Generais ouçam, reflitam ficaram bastante tempo na ativa sem Nada Fazer pelo forças armadas. Agora que estam encostados querem uma boquinha na política pra na verdade não fazer nada …vergonha

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  • 09/05/2018 em 15:15
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    O momento agora não seria de uniao da classe?. A listagem que recebi no anexo desta reportagem vindo do face do Capitão Durval informa candidatos das três forcas em todos os estados da união, com TODOS os candidatos Oficiais e Pracas! Quem tiver interesse e vontade politica CONCORRA !

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    • 09/05/2018 em 16:22
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      De que adianta união por algum nome que jamais terá coragem de bater de frente com o Ministério da Defesa, da fazenda ou a casa cívil. Eles irão bater continência e depois voltaram com aquela ladainha que durou todo o governo do Fernando Henrique: “Nossos chefes estão lutando” e na realidade não lutaram porcaria nenhuma e esses que aí estão foram pra reserva com todos os direitos adquiridos tais como LE, Posto Acima, adicional permanência, etc. Resumindo não tem motivo pra lutar por nada! O negócio e Fé na missão e fé na baixinha!!!

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  • 09/05/2018 em 16:20
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    Praças não votem em oficiais, oficiais so sabem perseguir e tirar direitos de praças. Votem em Bolsonaro pelo nosso pais e votem em praças para deputados federais. não votem nestes aproveitadores que querem mais benesses para si, mais nada fizeram para sua tropa e seus praças. General Heleno tambem é um homem de carater, mais so.

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  • 09/05/2018 em 16:22
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    A população civil acha que o Exército é o Guardião da Moralidade no país. Os civis devem saber que cada quartel é uma mini-ditadura, que se você contrariar um comandante na coisa mais banal que for vai deixar ele magoadinho, e isso significa acabar com a carreira de quem ousou ferir o ego do comandante… os civis têm que saber que metade dos Generais pensa que são deuses, e a outra metade… não pensa, tem certeza que são. A sociedade civil precisa saber que no Exército também tem corrupção, diárias são recebidas indevidamente, obras são superfaturadas, licitações são fraudadas… mas o militar que ousa denunciar é perseguido perpetuamente, pois “manchou a imagem da instituição”.

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  • 09/05/2018 em 19:36
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    Aos praças, não votem em oficiais, eles não merecem, vamos eleger praças candidatos, nós somos a maioria e temos condições de dar o troco aos oficiais que sempre nos menosprezaram, um exemplo é essa reunião, será que algum praça candidato foi convidado? Então a hora é agora dos praças se unirem em todos os estados e eleger praças para deputados federais e estaduais, o quanto mais praças eleitos tivermos acredito que irão brigar por nós, uma vez que fomos nós que os elegemos.

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  • 09/05/2018 em 23:28
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    Mais um ano com eleições e neste momento muitos militares tentando concorrer a uma vaga. O triste é saber que até mesmo nestas horas há várias divisões e separações entre os militares. Podemos observar que nesta reunião só estavam presentes os oficiais, não houve a participação de nenhum praça. Já disse ontem no post do “Traidor? General 4 Estrelas é candidato do PSDB ao Governo do CE e apoia Alckmim” que:

    “Infelizmente somos uma Força cheio de divisões. No topo, os oficiais (e entre estes há divisões); no centro estão os ST/Sgt (que infelizmente desconhecem a força da união e são dispersos em defender seus direitos, interesses e em algumas vezes, a dignidade do círculo); e na base estão os Cb/Sd, que são a grande massa de manobra e que NINGUÉM se importa com eles.”

    A Força é DISCIPLINADA, porém SEM REPRESENTATIVIDADE POLÍTICA como sempre.

    Com exceção do General Heleno, desconheço todos os demais integrantes da fotografia. Mas provavelmente nenhum candidato praça foi convidado e ou está nesta fotografia.
    Provavelmente muitos desses senhores que foram autoridades que comandaram, chefiaram ou assessoram aqueles que tinham poder de decisão, certamente deixaram de lutar pelos seus subordinados, deixaram de se preocupar com os anseios e necessidades destes subordinados.

    Cobravam condutas dos subordinados, exigiam sacrifícios, mas certamente não deixaram de gozar dos privilégios que podiam ter. Os subordinados tinham que ser sacrificados para manter as mordomias dos que estavam ou estão no poder.

    Foram chefes, mas muitos não foram líderes dos seus subordinados. Agora nas eleições muitos aparecem para se candidatar. Mas com qual intenção, lutar por quem??? Irão continuar defendendo somente os que estão no topo???

    O discurso da senhora Kelma, movido de paixão mas nem por isso verdadeiro, parece ainda não fazer diferença para estes senhores que em alguns dias estarão pedindo o nosso apoio, o voto nosso e dos nossos familiares. Mas eles esquecem que eleições não é quartel e portanto não terão como retaliar ou ignorar como fazem dentro dos quartéis com os seus subordinados, muitas vezes de forma traiçoeira e pelas costas.

    Este ano será mais um ano que muitos desses senhores irão ter apenas uma experiência de se candidatar nas eleições, mas não serão reeleitos pelos próprios militares. E um dos motivos da não eleição é o fato de nunca demonstrar vontade e lutar em prol da valorização dos seus subordinados, principalmente os praças.

    Não são as Polícias Militares que estão ganhando bem, mas sim os integrantes das Forças Armadas que estão ganhando muito mal, sobretudo os praças. E o motivo é simples: os chefes militares não brigam por isso, pois não querem se queimar com as autoridades superiores, estão unicamente preocupados com as suas carreiras. Que os seus subordinados continuem a se virar.

    Já foi dito por alguns que praça vota em praça. É preconceito sim, mas já que os oficiais nada ou pouco fazem pelos praças, que tal agora seguir o que está sendo dito??? Praça votando em praça.

    Enquanto não há a verdadeira união dos profissionais da armas (oficiais e praças) para que sejam mais fortes e respeitados politicamente, segue a abaixo a relação dos candidatos praças já sugerido por algum companheiro:

    “PRAÇA VOTA EM PRAÇA

    Lista Prévia de Pré-Candidatos Militares (Ativa/Reserva) nas Eleições 2018 (somente praças):
    Alagoas: sem candidato;
    Amapá: sem candidato;

    Amazonas:
    Subtenente Jammes (Dep Federal/PSL)
    Subtenente Borges (Dep Estadual/PR)
    Suboficial Pedro Henrique (Dep Estadual/PSL)
    2º Sgt De Souza “Soldado da Torre” (Dep Federal/PSL)

    Bahia:
    2º Ten Messias Dias (Dep Federal/PEN)

    Ceará:
    1º Sgt MB Ilton de Castro (Dep Estadual/PSL)

    Distrito Federal:
    Suboficial Joel Amaral (Dep Federal/PSDC)
    Sgt Genivaldo (Dep Federal/PSDB)
    2º Sgt Jorge (Dep Distrital/PRTB)

    Espírito Santo:
    Suboficial Auciclei (Sup Senador/Patriotas)

    Góias:
    Subtenente Gilson Gomes (Dep Federal)

    Minas Gerais:
    2º Sgt Walfredo Rodrigues (Dep Federal/PSL)
    3º Sgt Carvalho Brazuca (Dep Federal/PHS)

    Maranhão: sem candidato;

    Mato Grosso:
    Cabo Faria (Dep Estadual/Patriotas)
    Mato Grosso do Sul: sem candidato;

    Pará: sem candidato;
    Paraíba: sem candidato;
    Paraná: sem candidato;
    Pernambuco: sem candidato;
    Piauí: sem candidato;

    Rio de Janeiro:
    Suboficial Moisés Queiroz (Dep Federal/NOVO)
    Suboficial FN Bonifácio (Dep Federal)
    Sgt Odalirio (Dep Estadual/PSD)

    Rio Grande do Norte:
    Sgt FN Antônio Henrique (Dep Estadual/PSL)

    Rio Grande do Sul:
    3º Sgt Gavioli (Dep Federal/PSL)

    Rondônia:
    1º Sgt Eyder Brasil (Dep Estadual/PSL)

    Roraima:
    Sgt Cadoca (Dep Estadual)

    Santa Catarina: sem candidato;
    São Paulo: sem candidato;
    Sergipe: sem candidato;
    Tocantins: sem candidato.”

    Lutem e apoiem aqueles que poderão fazer algo para vocês. Os que nada fizeram, vocês já sabem.

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    • 11/05/2018 em 17:33
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      Estou servindo no Amazonas (Manaus), como faço para entrar em contato com esses candidatos?
      Amazonas:
      Subtenente Jammes (Dep Federal/PSL)
      Subtenente Borges (Dep Estadual/PR)
      Suboficial Pedro Henrique (Dep Estadual/PSL)
      2º Sgt De Souza “Soldado da Torre” (Dep Federal/PSL)

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  • 10/05/2018 em 21:11
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    Sou o ST Gilson Gomes (EsSA-88), servindo atualmente em Goiânia – GO.
    O meu comentário não trata de erro na matéria sobre os militares que são pré -candidatos nas eleições deste ano, todavia, gostaria de ressaltar que não participo deste grupo que se reuniu em Brasília, mas também sou um pré-candidato a deputado federal em Goiás e muito me surprende esta iniciativa de se criar um frente parlamentar de militares, tendo a frente generais. Sou um dos precursores, nessa luta do militar das FFAA contribuir com a sociedade, participando como candidato nas eleições, pois fui candidato a vereador em São Gonçalo – RJ, no ano 2000, quando grande parte dos militares ficou dentro dos quartéis, sem poder sequer votar. Nessas eleições de 2000, fui o mais votado de uma das coligações, todavia, por 50 votos, não alcançamos o coeficiente eleitoral.
    Em 2008, fui candidato a vereador, na cidade de Cruzeiro do Sul, no Estado do Acre. Nessa eleição, o Cmdo determinou um número muito superior de militares, para realizar a segurança das eleições, do que a solicitação do TRE-AM. Após as eleições, fiquei como suplente e o Exército me transferiu compulsoriamente, para a cidade de Goiânia, onde ainda estou, juntamente com minha família, aguardando o julgamento do meu recurso no TRF1, para que essa grave injustiça seja reparada.
    Acho salutar a participação de todos nas eleições, independente de serem civis ou militares, contudo, nas vezes que usei o meu direito constitucional de concorrer a cargo eletivo, fui severamente perseguido pela Instituição.
    Como propostas, dentre outras, mesmo sabendo que projetos que dizem respeito aos militares das FFAA são de iniciativa do Chefe do Executivo, aproveitarei o meu TCC, no curso de Direito da UFG, como forma de desonerar o Tesouro Nacional,
    defenderei o regime próprio de previdência para os militares das FFAA, através da criação do Instituto de Seguridade Social das Forças Armadas, que extinguiria as Diretorias de Inativos e Pensionistas das Forças Singulares e resguardaria os direitos existentes e estabeleceria a consolidação de uma única legislação previdenciária militar para as três FFAA, com uma contribuição previdenciária Justa, que proporcione a inatividade remunerada, a pensão militar, benefícios por doença, a saúde e a assistência social. Uma outra seria a lutar por uma lei de promoção para praças, que é uma questão de justiça e como forma de dar tratamento igual a oficiais e praças. Por fim, penso que a legislação eleitoral deva prever a possibilidade do militar da ativa votar em trânsito, por ocasião de deslocamento para cumprir missões de segurança das eleições.
    Estou à disposição para participar de reunião futura em Brasília e caso seja convidado, terei o prazer e a honra de apresentar as minhas propostas e ouvir as dos demais pré -candidatos militares.
    Finalizando, agradeço ao Tenente Messias por esse trabalho brilhante, no blog, que proporciona a construção do conhecimento.
    Abraço a todos!

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    • 13/05/2018 em 06:34
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      Parabéns companheiro,imagino a atribulação que tenha sido vítima tendo em vista que pelos idos de 1992 no CMDO FRONT RR , presenciei a injusta prisão de um SUB que ousou se candidatar a deputado Estadual,foi preso e denegrido por soberba e cretinice do comandante da época que dizia que militar não se envolvia em política.Tudo pelo que passamos no momento não é culpa dos CIVIS e sim exclusivamente destes senhores que sempre se alvoraçaram como donos da instituição Exército. Parabéns pela sua coragem e lembrando que nesta reunião falta o DESTEMIDO SGT QE GENIVALDO,PERGuNtO : – Será que foi convidado ???? UM SGT QE ??? tenho certeza que não pois esses senhores acham qUe ainda estão no quartel onde podiam tudo !!!!

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  • 12/05/2018 em 20:30
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    Será que estes senhores pensam que a população formada por parentes e amigos de Oficiais, Sgt temporários, Oficiais do QCO, Oficiais QAO, Subtenentes, Sgt da EsSA, Sgt QE, vão apoiar esta turma de traidores do verde oliva, a campanha será contra eles sempre, só perdemos e eles nunca fizeram nada. Agora querem apoio, NUNCA SERÃO, e pode incluir o Simbólico Messias se diz Bom e não faz Nada (Bonsounada ou Bonseinada). Esse aí que quer ser presidente. Sou oposição e faço de graça campanha contra eles. Ponto final fui.

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  • 13/05/2018 em 11:09
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    Três sugestões aos candidatos

    Primeiro: o mais necessário para os praças são PNR, será que eles tem interesse em brigar para construir PNRs em todas as cidades que tenham OMs? Se sim têm meu apoio.

    Segundo: modificar a Lei de Remuneração, fazer algo similar ao meio civil, ou seja, progressão anual. Exemplo, 3º Sgt nível A, no primeiro ano ganha X, no segundo ano subiria mais um nível, tipo 3º Sgt nível B, ganha x+(R$ 100, ou R$ 150, ou R$200, ou R$250).
    De forma que não fique desesperado por uma promoção para ter aumento.
    Sem falar que isso foi uma forma dos civis continuarem com o anuênio.
    Assim um Gen ganhe igual ao Min STF, e o Asp Of não chegue na tropa ganhando mais que ST, no judiciário o Analista inicial ganha menos que o Técnico com 20 anos de serviço.

    Terceiro: construção de escola militar em todas as capitais.
    Essas opções são viáveis.

    Talvez isso tenha de tirar das grandes fortunas que vários oficiais recebem quando vão para missão de aditância, alguns recebem absurdos R$500.000, 00 ao final da missão, quase milionários.

    Em resumo, aquele que pegar essa bandeira:
    PNR – construção em todo local
    LRM – ajuste a progressão
    CM – em todas as capitais.

    O ideal de representatividade seria 30% Of, 70% praças (50% carreira, 20% QEs)

    repetindo a bandeira a ser levantada
    PNR – construção em todo local
    LRM – ajuste a progressão
    CM – em todas as capitais.

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  • 15/05/2018 em 17:21
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    A “cel ” Regina é uma golpista , conseguiu ser reformada por problemas na coluna quando tomou carona na promoção ao último posto, vive postando vídeos em um grupo do whatsap, caminhando em ritmo bem forte pelos parques de , suponho, Brasília.

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