Silêncio de Queiroz e Flávio Bolsonaro, beira ‘confissão de culpa’

SÃO PAULO — Um dia após a divulgação de movimentações suspeitas em sua conta bancária, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou, neste sábado, que está “indignado” e que vai rebater “os pontos um a um”. Ele se reuniu com o pai, o presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, e depois voou para São Paulo. RECEBA AS NEWSLETTERS DO GLOBO:CADASTRARJá recebe a newsletter diária? Veja mais opções

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Na saída do voo, ao ser questionado pelo GLOBO sobre as suspeitas levantadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que identificou 48 depósitos em um mês totalizando mais de R$ 96 mil, Flávio disse que vai “falar na hora certa”.

— Tudo que estão fazendo comigo, vou rebater os pontos um a um — disse, acrescentando depois:

— Estou muito tranquilo e indignado.

Flávio voou ao lado de um amigo de Brasília para São Paulo pela companhia Azul. Apenas duas pessoas cumprimentaram o senador, sem qualquer menção ao escândalo atual.

Um passageiro sentado próximo a ele pediu uma “força”,  apresentando -se como funcionário de um órgão público em Brasília. E uma mulher fez um breve aceno sorrindo. Flávio disse que foi a São Paulo para “visitar uns amigos” sem dar mais detalhes.

https://oglobo.globo.com/brasil/flavio-bolsonaro-diz-que-esta-indignado-que-vai-rebater-acusacoes-23386633

3 comentários em “Silêncio de Queiroz e Flávio Bolsonaro, beira ‘confissão de culpa’

  • 20/01/2019 em 21:08
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    Cadê o impoluto Moro? Deve estar louco pra voltar pra casa.

    Resposta
  • 29/01/2019 em 13:54
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    Olavo de Carvalho
    Os heróicos generais não tiveram a coragem de fazer a intervenção militar que seus fãs lhes imploravam. Preferiram, em vez disso, esconder-se por trás de um bravo capitão eleito democraticamente, e, por meio de uma manobra de gabinete, estrangulá-lo para instalar de volta, em lugar dele, a ditadura militar, só que desta vez namoradinha da China e dos palestinos. O regime de 1964 voltou pelo esgoto.

    Resposta

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